- O presidente Volodymyr Zelenskyy afirmou que o acordo de garantia de segurança dos EUA para a Ucrânia está “100% pronto” para ser assinado, com data e local a serem confirmados pelos parceiros.
- A declaração ocorreu após dois dias de talks envolvendo Ucrânia, EUA e Rússia em Abu Dhabi; novas discussões devem ocorrer no próximo fim de semana.
- Após a assinatura, o documento seguirá para aprovação no Congresso dos EUA e no parlamento ucraniano.
- Kyiv enfrenta queda de temperatura e centenas de edifícios sem aquecimento, com mais de 1.300 prédios ainda sem calefação, em meio a ataques russos que atrasam reparos.
- Países europeus avançam na parceria de energia limpa com o Hamburg Declaration, para ampliar a segurança energética por meio de um conjunto maior de parques eólicos offshore na região.
A reunião entre Ucrânia, Estados Unidos e Rússia em Abu Dhabi aponta para um panorama de avanços. Zelenskyy afirmou que o acordo de garantia de segurança dos EUA está 100% pronto para assinatura, aguardando data e local pelos parceiros. O documento vai à aprovação no Congresso dos EUA e no parlamento ucraniano.
Zelenskyy falou a jornalistas em Vilnius, durante visita à Lituânia, e destacou que o acordo depende de confirmação de parceiros. O presidente também ressaltou que, após a assinatura, o texto seguirá para aprovação legislativa em Kyiv e Washington, antes da implementação.
A Ucrânia busca reforço de defesa aérea e enfrenta frio extremo em Kyiv, com mais de 1.300 edifícios sem aquecimento devido a ataques russos. Autoridades locais informaram que as equipes enfrentam dificuldades para restaurar serviços essenciais em temperaturas abaixo de zero.
Entorno político e regional
O presidente polonês, Karol Nawrocki, convocou União entre países ameaçados pela Rússia, em Vilnius, destacando a continuidade do desafio com Moscou. Zelenskyy saudou a importância da independência europeia e alertou para a persistência de riscos até a derrota do que chamou de máquina de guerra russa.
Avanços estratégicos e energia
Nação europeias firmaram o Hamburg Declaration, buscando maior segurança energética. O acordo, com assinatura prevista para a reunião em Hamburgo, prevê uma frota sem precedentes de projetos eólicos offshore no Mar do Norte, visando reduzir vulnerabilidades frente a choques energéticos.
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