- O líder norte-coreano, Kim Jong Un, visitou o Estúdio de Arte Mansudae para orientar a criação de esculturas destinadas a um memorial de soldados mortos no exterior, segundo a KCNA.
- Sob um pacto de defesa mútua com a Rússia, cerca de 14 mil militares foram enviados à Ucrânia em 2024.
- Em combate, mais de 6 mil soldados norte-coreanos teriam morrido, conforme fontes da Coreia do Sul, da Ucrânia e ocidentais.
- Kim afirmou que as esculturas devem “transmitir para sempre as façanhas lendárias” dos “filhos admiráveis da DPRK” (nome oficial da Coreia do Norte).
- Analistas veem a proximidade do nono congresso do Partido dos Trabalhadores, previsto para o início do próximo mês, possivelmente acompanhado de um grande desfile militar.
Kim Jong Un visitou um estúdio de arte em Pyongyang para acompanhar a criação de esculturas que integrarão um memorial dedicado a soldados norte-coreanos mortos em atividades no exterior. A visita ocorreu no domingo, segundo a KCNA.
O Diário Oficial estatal informou que as esculturas deverão eternizar as façanhas dos “filhos da DPRK” em defesa do país, com Kim supervisionando diretamente o processo na Mansudae Art Studio.
Sob um pacto de defesa com a Rússia, a Coreia do Norte enviou cerca de 14 mil soldados para a Ucrânia em 2024, e mais de 6 mil teriam sido mortos, conforme fontes da Coreia do Sul, de Kiev e de terceiros países. Os números ainda divergem entre as fontes.
Contexto político
A reportagem aponta que, no momento, o regime norte-coreano prepara a convenção de um Congresso do Partido, previsto para ocorrer no início do próximo mês, com a expectativa de definir metas para os próximos cinco anos. Analistas encaram o evento como de grande importância para a liderança.
Entre na conversa da comunidade