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Supervisor do FBI demite-se após tentar investigar agente que atirou Renee Good

Supervisor do Federal Bureau of Investigation renuncia após tentativa de investigar agente do Immigration and Customs Enforcement pela morte de Renee Good, antes do tiroteio que matou Alex Pretti

A person carries a sign referencing the killing of Renee Good during an anti-ICE protest in New York City on 23 January.
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  • Uma supervisor do FBI em Minneapolis, Tracee Mergen, renunciou após pressão para encerrar uma apuração sobre o agente do ICE, Jonathan Ross, responsável pela morte de Renee Nicole Good em 7 de janeiro.
  • A saída ocorreu pouco antes de agentes federais matarem Alex Pretti em Minneapolis; ambos tinham 37 anos e eram cidadãos dos Estados Unidos.
  • O FBI não comentou a renúncia de Mergen, segundo a instituição, que não comenta questões de pessoal.
  • O caso de Good gerou protestos e envolve o escrutínio sobre o uso de força de agentes federais na cidade.
  • O Departamento de Justiça informou não haver base para investigação criminal por direitos civis no caso de Good, e a agência de chamadas de Minnesota retirou-se do inquérito.

O FBI revelou que Tracee Mergen, supervisora da delegacia de Minneapolis, pediu a suspensão de uma investigação interna sobre o agente do ICE (Immigration and Customs Enforcement) responsável pela morte de Renee Nicole Good, ocorrida em 7 de janeiro na cidade. A funcionária acabou deixando o cargo, segundo múltiplas fontes.

A investigação internal do FBI visava o agente Jonathan Ross, envolvido no tiroteio que tirou a vida de Good, conforme reportado por veículos como NYT e NBC News. As informações indicam pressão para encerrar o inquérito, o que motivou a saída de Mergen.

O caso ganhou novo contorno na sequência, quando agentes federais mataram Alex Pretti, também de 37 anos, em Minneapolis, no fim de semana. A coincidência de datas ampliou o escrutínio sobre a atuação de autoridades federais na região.

Contexto e desdobramentos

A queda de Mergen ocorre em meio a uma disputa entre autoridades federais e locais, com protestos públicos após a morte de Good. O Departamento de Justiça da era Trump afirmou não haver base para uma investigação de direitos civis em torno do ocorrido.

O governo Federal não comentou oficialmente a saída de Mergen; autoridades destacaram que não costumam tratar de questões de pessoal. O caso também envolve tensões entre autoridades estaduais, locais e federais sobre a responsabilização dos agentes.

O Ministério da Justiça norte-americano informou que não há indícios de violação de direitos civis no caso de Good. A defesa de Ross argumenta que ele agiu em legítima defesa diante da obstrução da operação por Good.

Cenário institucional

A agência de Minnesota (BCA) afirmou ter se retirado do inquérito de forma relutante, enquanto seis promotores federais renunciaram em protesto a pedidos de investigar a viúva de Good, que esteve presente no momento do incidente.

Relatos subsequentes indicam que a situação em Minneapolis continua tensa, com ações de protesto e cobranças por transparência nas investigações. As autoridades permanecem em fluxo de informações e respostas oficiais.

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