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Trump elogia soldados britânicos que lutaram no Afeganistão, sem pedir desculpas

Trump elogia soldados britânicos que combateram no Afeganistão, mas evita pedir desculpas; Starmer exige retratação e critica insultos

Keir Starmer y Donald Trump, en la firma del tratado comercial británico-estadounidense, el 18 de septiembre en Aylesbury
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  • O presidente dos Estados Unidos elogiou os soldados britânicos que lutaram no Afeganistão, mas não pediu desculpas.
  • Trump, após telefonema com o primeiro-ministro britânico, afirmou no Truth que 457 soldados britânicos morreram no conflito e destacou a forte ligação entre os países.
  • O príncipe Henrique, que atuou no Afeganistão como piloto de helicóptero, também comentou, lembrando as perdas e ressaltando que 457 militares britânicos morreram.
  • O líder do Partido Trabalhista, Keir Starmer, disse que as declarações de Trump são insultantes e horríveis, cobrando uma posição mais firme do correligionário.
  • No conjunto da coalizão, mais de 3.500 soldados morreram no Afeganistão; os Estados Unidos tiveram 2.461 perdas, e o Reino Unido registrou o maior número de baixas entre os países aliados.

Trump elogiou os soldados britânicos que lutaram no Afeganistão, mas não pediu desculpas. A declaração ocorreu após críticas de líderes britânicos e de veteranos, que consideraram o comentário inadequado.

O episódio começou na quinta-feira, quando Trump sugeriu que tropas aliadas na Otan que atuaram no Afeganistão ficariam na retaguarda. No sábado, após uma ligação com o primeiro-ministro do Reino Unido, ele recuou de forma simbólica em suas redes, mantendo a mesma linha de defesa.

Trump utilizou a rede Truth para dizer que os soldados britânicos sempre apoiaram os EUA, citando o número de 457 militares britânicos mortos no conflito. Também informou que o vínculo entre as nações é forte e que o efeito de uma ruptura seria negativo.

A repercussão alcançou o Primeiro-Ministro britânico e oposicionistas. Keir Starmer criticou publicamente as declarações, classificando-as como insultantes e inadequadas. Partidos britânicos cobraram postura mais firme de Starmer diante do aliado.

Entre as reações, houve menção de que o príncipe Harry, exilado, também expressou desconforto com o episódio, ressaltando perdas vividas no conflito. A discussão manteve o foco na relação especial entre Londres e Washington e na necessidade de equilíbrio entre pragmatismo estratégico e respeito às memórias de guerra.

Conflito ainda envolve números oficiais: a coalizão no Afeganistão registrou mais de 3.500 mortes, com os Estados Unidos somando cerca de 2.461 baixas e o Reino Unido sendo o segundo com o maior total de perdas.

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