- A administração de Donald Trump tentou cortar financiamento para câmeras corporais de agentes do ICE e frear a expansão do programa, pedindo uma redução de setenta e cinco por cento no financiamento.
- Também colocou cerca de trezentos funcionários em licença em três escritórios de fiscalização, enfraquecendo a capacidade de investigar abusos envolvendo imigração.
- Em Minneapolis, agentes federais estiveram em confronto com civis após uma tentativa de detenção, resultando na morte de um homem; parte dos agentes no local usava câmeras.
- O governo disse que os agentes atuam heroicamente para fazer cumprir a lei e proteger comunidades.
- Um projeto de orçamento aprovado pela Câmara destinou vinte milhões de dólares para câmeras da imigração e da patrulha de fronteira, mas não impôs o uso obrigatório; o Senado ainda precisa votar.
Dois ataques recentes envolvendo agentes federais reacenderam o debate sobre o uso de câmeras corporais e a supervisão de agências de imigração nos EUA. A administração de Donald Trump buscou interromper o piloto de câmeras e reduzir a fiscalização, ampliando o contingente em Minneapolis e outras cidades.
A decisão ocorreu no ano passado, quando o governo pediu ao Congresso cortar 75% do financiamento do programa de câmeras da ICE. Paralelamente, quase todos os funcionários de três escritórios internos de supervisão foram postos em licença, reduzindo a capacidade de investigação de abusos.
Darius Reeves, ex-diretor da ICE em Baltimore, disse que o lançamento do programa de câmeras foi lento em 2024 e morreu durante a gestão de Trump, após avanços sob Biden. O resort de cobrança do governo pressionou pela contenção do projeto.
A Casa Branca encaminhou resposta oficial, destacando que agentes atuam para impor a lei e proteger comunidades. Em vídeos verificados, pelo menos três dos oito ou mais agentes da Border Patrol presentes na cena de um tiroteio estavam com câmeras, ainda que não se saiba se foram ativadas.
Esforços para reduzir o orçamento de câmeras da ICE avançaram junto com a intensificação da fiscalização de imigração, alimentando críticas de democratas que pedem cortes no financiamento de uma reforma de agências.
Pagamento de vigilância e respostas administrativas
Em 2025, a administração federal determinou a licença de cerca de 300 trabalhadores de três unidades de supervisão no DHS para realocar agentes a favor da repressão. A medida foi alvo de ações legais por suposta eliminação dessas funções de fiscalização.
Até dezembro, os quadros de algumas unidades de supervisão permaneceram curtos: a Ouvidoria de Detenção de Imigração tinha apenas três funcionários em tempo integral, com dois detailees, frente a mais de cem em 2023. Os números refletem a queda na capacidade de investigação.
A ICE iniciou um piloto de câmeras em 2024, com implantação em Baltimore, Buffalo, Detroit, Filadélfia e Washington, D.C. O orçamento de 2026 solicitou manter as câmeras, mas reduzir equipes envolvidas no programa. As propostas foram discutidas em comissões do Congresso.
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