- O vice-presidente da China e o ministro das Relações Exteriores reuniram-se com o secretário-geral da Organização da Cooperação Islâmica em Pequim, segundo comunicado do ministério e a Xinhua.
- As conversas ocorrem em meio a tensões no Oriente Médio, após um funcionário iraniano afirmar que qualquer ataque seria tratado como guerra total.
- O chanceler chinês, Wang Yi, pediu o fortalecimento de uma parceria regional de segurança e a solução política de questões sensíveis.
- Autoridades americanas disseram que uma armada com porta-aviões e destróres de mísseis guiados chegaria ao Oriente Médio nos próximos dias.
- O contexto inclui relatos de mortes em protestos no Irã, com números variando, reforçando a pressão internacional.
China rejeita doutrinas de confronto e busca cooperação regional, segundo comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Beijing recebeu nesta segunda-feira o secretário-geral da Organização da Cooperação Islâmica, em encontros com o vice-presidente chinês e o ministro das Relações Exteriores, segundo a pasta e a agência Xinhua. O objetivo foi discutir segurança regional e acordos políticos.
A conversa ocorreu em meio a tensões no Oriente Médio, após declarações de autoridades iranianas a respeito de possíveis ataques. As mensagens camadas sobre resposta militar influenciam o ambiente regional, segundo relatos da mídia.
Contexto regional
Wang Yi, ministro das Relações Exteriores, pediu a construção de uma parceria de segurança na região e a solução política de pontos de atrito, conforme a nota oficial. A reunião reforça o papel de Beijing como mediador regional.
Autoridades dos EUA indicaram que uma frota naval e destruidoras devem chegar ao Oriente Médio nos próximos dias, em referência a movimentos de pressão na região. Os eventos alimentam o cenário de risk assessment global.
A íntegra das tratativas em Beijing foi divulgada pela imprensa oficial, sem indicar compromissos específicos, apenas o posicionamento chinês de promover diálogo e cooperação entre nações.
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