- EUA dizem acreditar que o desarmamento do Hamas em Gaza virá acompanhado de algum tipo de anistia para o grupo.
- A afirmação foi feita por um funcionário dos EUA, sem identificação, ao comentar a devolução de restos mortais do último refém israelense mantido pelo Hamas.
- O governo americano pressiona o Hamas para desarmar como parte de um plano de redesenvolvimento de Gaza.
- O plano de Gaza do presidente Donald Trump prevê anistia para membros do Hamas que se comprometam com a convivência pacífica e desarmamento, após a devolução de todos os reféns.
- O Exército israelense informou que os restos mortais do último refém em Gaza, Ran Gvili, foram identificados e serão devolvidos para sepultamento.
O governo dos Estados Unidos afirma que o desarmamento do Hamas em Gaza viria acompanhado de uma espécie de anistia para o grupo, segundo um funcionário americano. A declaração ocorreu na sequência da devolução dos restos mortais do último cativo israelense mantido pelo Hamas.
O diplomata, que falou à imprensa em condições de anonimato, destacou que há confiança entre autoridades dos EUA de que o Hamas se desarmará. Segundo ele, o desarmamento deve fazer parte de um acordo, sob o qual o Hamas poderia receber anistia.
Contexto do acordo e papel de Gaza
O funcionário indicou que o governo americano avalia possíveis avanços num plano para redesenhar Gaza, proposto pelo ex-presidente Donald Trump. O texto prevê anistia para membros do Hamas que optem pela convivência pacífica e pela entrega de armas.
A Embaixada de Israel em Washington não respondeu de imediato se aceitaria a anistia para membros do Hamas em troca da entrega das armas. O Ministério da Defesa de Israel não confirmou detalhes do acordo.
O plano de Gaza, caso implementado, prevê também vias de saída seguras para membros do Hamas que queiram deixar a região, conforme o projeto apresentado. Transformações em infraestrutura e governança estariam entre os objetivos.
Ran Gvili, policial israelense identificado como a última refém mantida em Gaza, foi recuperado para enterro após mais de 840 dias de cativeiro. As autoridades israelenses comunicaram a identificação na segunda-feira.
Este artigo reúne informações fornecidas por agências internacionais e revisadas pela reportagem antes da publicação. Fonte principal: Reuters.
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