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Israel recupera restos da última refém de Gaza, afirma militares

Israel recupera os restos do último refém em Gaza, cumprindo condição do plano de Trump; Rafah pode reabrir ao término da operação de buscas

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  • O Exército de Israel informou ter recuperado o corpo do último refém mantido em Gaza, Ran Gvili, que foi identificado e será devolvido para sepultamento.
  • A recuperação dos restos cumpre uma condição da fase inicial do plano do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, para encerrar a guerra em Gaza.
  • Israel disse que reabrirá a passagem de Rafah, no Egito, assim que os restos forem devolvidos ou a operação de busca pelo corpo for encerrada.
  • Gvili foi mantido em Gaza desde que foi morto no kibutz Alumim durante o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023.
  • Hamas e Israel haviam concordado com um cessar-fogo em outubro, sob pressão regional e de Trump, que chamou o acordo de passo inicial para uma paz duradoura.

O exato conteúdo do material de uma operação foi confirmado pelo Exército de Israel: foram recuperados os restos mortais do último refém mantido em Gaza. A identificação de Ran Gvili foi anunciada pelas Forças de Defesa, que disseram ter concluído um procedimento essencial da fase inicial do plano de Trump para encerrar a guerra em Gaza.

Segundo o comunicado militar, os restos de Gvili serão devolvidos para o sepultamento. A divulgação ocorreu dias após a confirmação da recuperação, sem indicar detalhes operacionais. O objetivo é cumprir uma condição-chave do acordo apoiado por Washington.

O governo israelense também informou que reabrirá o posto de passagem Rafah, na fronteira com o Egito, assim que os restos forem repatriados ou a busca pelo corpo for encerrada. Rafah é a principal porta de saída do território para o mundo.

Ran Gvili era policial e foi mantido em Gaza desde que foi morto no Kibbutz Alumim durante o ataque do Hamas, em 7 de outubro de 2023. O incidente marcou o início de uma escalada de violência na região.

Hamas e Israel concordaram com um cessar-fogo em outubro, pressionados por potências regionais e pelo então presidente dos EUA, Donald Trump, que chamou o acordo de primeiro passo para uma paz estável.

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