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Juiz brasileiro assume presidência da CIDH

Brasileiro Rodrigo Mudrovitsch assume a presidência da Corte Interamericana de Direitos Humanos por mandato de um ano, ampliando cooperação regional

O juiz Rodrigo Mudrovitsch, novo presidente da CIDH. (Foto: Gustavo Lima / STJ)
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  • Um brasileiro assumiu a presidência da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) nesta segunda-feira (26), para um mandato de um ano até 2027.
  • O juiz Rodrigo Mudrovitsch, membro da CIDH desde 2022 e vice-presidente entre 2024 e 2025, passa a conduzir o tribunal.
  • Mudrovitsch tem doutorado pela Universidade de São Paulo (USP) e mestrado pela Universidade de Brasília (UnB); atuou em reformas legislativas no Congresso Nacional e integrou o grupo de trabalho de eficiência judicial do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
  • A CIDH é um dos três tribunais regionais de proteção aos direitos humanos, ao lado do Tribunal Europeu e da Corte Africana.
  • O presidente do Supremo Tribunal Federal e do CNJ, Edson Fachin, participou da posse na Costa Rica e assinou acordo para fortalecer a cooperação entre as instituições, com envio de três magistrados do STF para capacitação por dois anos.

Um brasileiro assumiu nesta segunda-feira (26) a presidência da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). O juiz Rodrigo Mudrovitsch passa a comandar o tribunal por um ano, até 2027. Ele já era integrante desde 2022 e atuou como vice-presidente entre 2024 e 2025.

Mudrovitsch é doutor pela USP e mestre pela UnB. Nos últimos anos, participou da formulação de projetos legislativos e políticas públicas no Congresso Nacional. Atuou na reforma do Código Civil, naLei de Improbidade Administrativa e integrou o grupo de trabalho de eficiência judicial do CNJ, conforme a Agência Brasil.

Como presidente, ele lidera um dos três tribunais regionais de proteção aos Direitos Humanos, ao lado do Tribunal Europeu e da Corte Africana. A CIDH atua na resolução de disputas e contestações envolvendo direitos fundamentais no continente americano.

Presidente do STF e do CNJ, Edson Fachin viajou à Costa Rica para acompanhar a cerimônia de posse. Na ocasião, foi assinado um termo de compromisso para fortalecer a colaboração entre as duas instituições. O STF informou que enviará à CIDH três magistrados para capacitação e apoio institucional por dois anos.

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