- Lula ligou para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para discutir o assento do Brasil no Conselho de Paz, com foco apenas na guerra de Gaza e na inclusão da Palestina.
- A nota do Planalto diz que o órgão apresentado pelos EUA deve se limitar à questão de Gaza e prever assento para a Palestina.
- A Gazeta do Povo questionou se foi uma sugestão ou uma condição para a participação do Brasil no órgão; até o momento, não houve resposta.
- Lula defendeu uma reforma abrangente da Organização das Nações Unidas, incluindo a ampliação dos membros permanentes do Conselho de Segurança.
- O presidente brasileiro afirmou que pretende ir a Washington após uma viagem oficial pela Índia e pela Coreia do Sul, em fevereiro, mas a data não está definida.
Durante o telefonema desta segunda-feira (26), o presidente Lula falou com o presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a composição do Conselho de Paz. Lula sugeriu que o órgão seja limitado à guerra em Gaza e que inclua a Palestina, como condição para o Brasil participar. A comunicação foi anunciada por meio de uma nota do Planalto.
A nota do Planalto descreve o foco na situação de Gaza e a participação brasileira, sem ampliar para outros conflitos mundiais. A Gazeta do Povo procurou a Presidência para confirmar se houve sugestão ou condicionante, mas ainda não houve retorno até o fechamento deste texto.
Reforma na ONU
No mesmo tema, Lula tratou da ideia de uma reforma ampla das Nações Unidas, com a possível ampliação dos assentos permanentes do Conselho de Segurança. O Brasil é membro não permanente do conselho, com mandato até 2027, e busca maior representatividade internacional. Os cinco membros permanentes são China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos.
Venezuela e próximos passos
O presidente brasileiro também comentou a situação na Venezuela e a presença de forças americanas no território. Lula ressaltou a importância de preservar a paz regional e o bem-estar do povo venezuelano. O governo informou que Lula visitará Washington após uma viagem oficial que passa pela Índia e pela Coreia do Sul em fevereiro; a data ainda não foi definida.
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