Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Lula procura forma polida de recusar convite para conselho de Trump

Governo brasileiro avalia recusa polida ao convite de Trump para o conselho de paz, visando manter a ONU como foro multilateral e ganhar tempo para reformas

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Governo brasileiro avalia rejeitar de forma polida o convite de Donald Trump para o Brasil integrar o que ele chamou de “conselho de paz”
  • Planalto vê risco real de esvaziamento da Organização das Nações Unidas e não quer subestimar a questão
  • Lula tratou do assunto com Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia, e com Mahmoud Abbas, da Autoridade Palestina, na última quinta-feira (22)
  • O grupo não foi convidado por Trump para o conselho, cuja primeira missão é reorganizar o território de Gaza
  • A estratégia é ganhar tempo, considerar reformas da ONU e manter o fórum multilateral como espaço de discussão geopolítica

O governo brasileiro avalia uma forma polida de recusar o convite de Donald Trump para que Lula e o Brasil integrem o que ele chamou de “conselho de paz”. A ideia é evitar constrangimentos e manter o tom institucional nas relações internacionais.

A assessoria de Lula informou que o Planalto considera arriscado subestimar o efeito de um possível esvaziamento da ONU. A avaliação é de que manter a ONU como foro multilateral é essencial para a disputa geopolítica global.

Na quinta-feira passada (22), Lula dialogou sobre o tema com Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia, e Mahmoud Abbas, da Autoridade Palestina. O encontro ocorreu em um contexto em que Trump não convidou o grupo para o tal conselho, cuja primeira missão seria reorganizar o território de Gaza.

Especialistas ouvidos pelo governo ressaltam que o convite representa um sinal de prestígio, que não pode ser descartado de forma abrupta. A estratégia brasileira, porém, busca ganhar tempo para avaliar reformas na ONU sem abandonar o papel do organismo.

A orientação é ponderar a necessidade de mudanças, mantendo a ONU como principal espaço de discussão geopolítica. A decisão final não foi anunciada, e a diplomacia brasileira pretende aguardar desenvolvimentos antes de qualquer anúncio.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais