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Presidente interina da Venezuela pede fim de ordens de Washington

Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela, afirma romper com ordens de Washington em reunião com petroleiros no estado de Anzoátegui

Venezuela's interim president Delcy Rodriguez applauds as she delivers her first annual address to the nation at the National Assembly, following the U.S. strike in Caracas that resulted in the capture of President Nicolas Maduro and his wife, Cilia Flores, in Caracas, Venezuela, January 15, 2026. REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria
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  • Delcy Rodríguez, presidenta interina da Venezuela, afirmou em encontro com petroleiros no estado de Anzoátegui que não quer mais ordens dos EUA.
  • Ela pediu que a política venezuelana resolva as divergências internas, rejeitando potências estrangeiras.
  • A declaração foi registrada e transmitida pela TeleSur, TV estatal venezuelana.
  • Desde 3 de janeiro, quando houve o que o governo dos EUA chamou de captura de Maduro, Washington afirma controlar a Venezuela e já passou a gerir parte do petróleo do país.
  • Com Delcy no cargo, houve cooperação com o governo Trump, que já fez ameaças e elogios, chegando a convidá-la para a Casa Branca.

Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela, afirmou neste domingo 25, durante encontro com petroleiros no estado de Anzoátegui, que não aceita mais receber ordens do governo dos Estados Unidos. A fala foi registrada e transmitida pela Telesur, TV estatal venezuelana.

A líder venezuelana destacou que as divergências internas devem ser resolvidas pela política local, sem ingerência de potências estrangeiras. Ela também lembrou que o país já enfrentou consequências associadas ao fascismo e ao extremismo.

Segundo o material divulgado, o texto compara pressões externas a custos para a República, reforçando a posição de autonomia na condução das políticas internas. A narrativa reforça a crítica a intervenções externos na Venezuela.

O contexto político mencionado envolve afirmações dos EUA, incluindo alegações de controle sobre a Venezuela desde 3 de janeiro e uma cooperação com o governo de Trump. A matéria também aponta elogios e convites de Trump à presidente venezuelana.

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