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Ferry Escócia–França pode relançar sob plano Dunkirk de 35 bi

Nova rota de ferry Rosyth–Dunkirk pode relançar ligação Escócia-França, integrando plano de regeneração de 35 bilhões de libras com foco em transição energética

The Dunkirk-Rosyth ferry is now expected later this year and could be run by DFDS.
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  • Um serviço de ferry de carga e passageiros entre Rosyth, na Escócia, e Dunkirk, no norte da França, pode relançar ainda neste ano.
  • Dunkirk lançou um programa de regeneração de € forty bilhões (£35 bilhões) para transformar o porto e a região, com foco em energia de baixo carbono, baterias e logística marinha.
  • O projeto é visto como laboratório para a reindustrialização europeia, conectando transição energética a novas indústrias, como fábrica de baterias e biocombustível para aviação.
  • O plano inclui modernizar infraestrutura portuária, novo terminal ferroviário de € 25 milhões e ampliação de rotas, com possível operação pela DFDS e viagens de até vinte horas.
  • Os acordos dependem de novas regras de fronteira pós-Brexit para controles veterinários e de passaporte; a rota havia sido interrompida para frete em 2018 e para passageiros em 2010.

O porto de Dunkirk, no norte da França, planeja relançar um serviço de ferry de carga e passageiros que ligue diretamente à Escócia ainda neste ano, como parte de um programa de regeneração de cerca de €40 bilhões (£35 bilhões). A iniciativa visa transformar a área portuária em um polo logístico e de energia de baixo carbono.

O movimento ocorre em um contexto de renovação industrial na região, com investimentos públicos e privados já em torno de €4 bilhões. A meta é reindustrializar comunidades afetadas pelo fechamento de indústrias pesadas, usando energia limpa, fábricas de baterias e terminais de importação e exportação.

Entre as ações, Dunkirk planeja ampliar rotas e criar um terminal ferroviário, para reduzir o uso de caminhões. O projeto inclui a construção de uma fábrica de baterias e de biocombustíveis para aviação, além de uma parceria para apoiar novos setores industriais.

A rota entre Rosyth, em Fife, e Dunkirk poderia operar com uma embarcação, inicialmente, três vezes por semana. O serviço pode levar até 20 horas de viagem e seria operado, inicialmente, pela DFDS, empresa dinamarquesa com atuação marítima na região.

O movimento é observado com atenção na Europa como modelo de renovação industrial frente à desindustrialização. O estudo do Institut Montaigne destaca Dunkirk como laboratório de transição para a descarbonização e surgimento de novas indústrias ligadas à energia.

Segundo o programa, a área portuária vem recebendo apoio público e privado para converter antigas áreas industriais em负 centros de produção de energia limpa, com foco em hidrogênio, baterias e logística marítima.

Além da rota para a Escócia, Dunkirk mira ligações com países nórdicos e ampliação de negócios com a América do Sul, mantendo o objetivo de reduzir emissões por meio de maior uso ferroviário e novos hubs portuários.

A perspectiva de reabertura da ligação Rosyth-Dunkirk surge após anos de término de serviços de frete entre a Escócia e a Europa continental, com mudanças regulatórias pós-Brexit ainda em avaliação, incluindo pontos de verificação veterinária e controle de passaporte.

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