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Juiz dos EUA reabre caso de agressão sexual contra Marilyn Manson

Juiz de Los Angeles reabre ação por abuso sexual contra Marilyn Manson sob nova lei que permite reavivar casos prescritos, com alegações de ex-assistente entre 2010 e 2011

Marilyn Manson pictured in Los Angeles in 2019. A judge in LA has reopened a lawsuit against Manson under a new law enabling old sexual assault cases to be heard in court.
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  • Um juiz de Los Angeles reabriu uma ação contra Marilyn Manson sob uma nova lei que permite reabrir casos antigos de violência sexual.
  • A ação, movida em maio de 2021 pela ex-assistente do músico, tinha sido rejeitada em dezembro por prescrição.
  • Em janeiro, a vítima, Ashley Walters, pediu reconsideração com base na nova lei, que criou uma janela de dois anos para casos já expirados.
  • O processo foi aceito pela mesma vara superior de Los Angeles que havia rejeitado o caso no mês anterior.
  • Walters acusa o músico, cuja identidade real é Brian Hugh Warner, de assédio sexual entre 2010 e 2011, e afirma que ele mostrava vídeos de abuso.

A juíza de Los Angeles reinstaurou uma ação contra o roqueiro Marilyn Manson após uma nova lei permitir reavaliar casos antigos de abuso sexual. A queixa, apresentada em maio de 2021 pela ex-assistente do músico, havia sido rejeitada por prescrição.

A ação foi aceita pelo mesmo tribunal superior que a havia dispensado no mês anterior, após Ashley Walters solicitar a reconsideração em janeiro. A novíssima janela de dois anos abriu espaço para analisar casos expirados.

Walters alega que o artista, cujo nome verdadeiro é Brian Hugh Warner, a assediou sexualmente entre 2010 e 2011 durante a sua passagem pela Manson Records. Ela afirma ainda que ele elogiou abusos contra mulheres e mostrou um vídeo de abuso de menor.

Defesa e desdobramentos

O advogado de Manson, Howard King, afirmou que a ação estaria fadada ao fracasso. Segundo ele, Walters apresentou alegações de assédio que já não são pertinentes sob a nova lei e não é permitido acrescentar novas acusações.

Kings destacou que, segundo a defesa, o senhor Warner jamais cometeu qualquer abuso sexual. A posição foi comunicada à imprensa na terça-feira, sem uso de citações diretas no texto.

Contexto envolvendo outras denúncias

Ao longo dos anos, outras mulheres também acusaram Manson de abusos sexuais e violência. Entre elas estão Esmé Bianco, que processou o cantor, e Evan Rachel Wood, alvo de ações judiciais mútuas.

Bianco chegou a um acordo em processo relacionado, enquanto Wood teve uma ação de difamação movida por Manson contra ela e outra mulher, com a maior parte do caso descartada e o músico concordando em pagar honorários.

Situação recente e desdobramentos legais

Um caso de abuso sexual e violência doméstica contra Manson, relativo a 2009–2011, foi arquivado em janeiro de 2025 após investigação prolongada, por também ter ficado fora do prazo prescricional.

No cenário internacional, a turnê One Assassination Under God de Manson enfrentou cancelamento no ano passado, após pressão de organizações de campanha e de um deputado.

Nota: o artigo não divulga contatos de outros portais e cita fontes oficiais; informações são apresentadas apenas com base no material fornecido.

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