- A Lista Mundial da Perseguição 2026 lista cinquenta países onde cristãos enfrentam altos riscos e restrições por causa da fé, com mais de trezentos e oitenta e oito milhões de cristãos nesse cenário.
- quinze países atingem nível máximo de perseguição, classificados como extremamente perigosos para cristãos.
- o top 15 inclui Coreia do Norte, Somália, Iêmen, Sudão, Eritreia, Síria, Nigéria, Paquistão, Líbia, Irã, Afeganistão, Índia, Arábia Saudita, Mianmar e Mali.
- a Síria está no sexto lugar pela primeira vez com o maior nível de perseguição já registrado na lista; o Mali surge na posição de quinze, com violência extremada contra cristãos.
- ataques a igrejas, fechamento de escolas religiosas e deslocamentos forçados compõem o contexto de violência que atinge os cristãos nesses países. Autoridades e organizações pedem apoio por meio de oração, doações e ações de suporte.
A Lista Mundial da Perseguição 2026 aponta 50 países onde cristãos enfrentam altos riscos por questões de fé. Mais de 388 milhões convivem com perseguição e discriminação. Quinze deles atingem o nível máximo de violência religiosa.
Entre os 15 primeiros, o topo é ocupado pela Coreia do Norte, seguida pela Somália, Iêmen, Sudão, Eritreia, Síria, Nigéria, Paquistão, Líbia, Irã, Afeganistão, Índia, Arábia Saudita, Mianmar e Mali. Os números revelam registros de ataques, restrições e violência.
A Síria atingiu pela primeira vez o sexto lugar, marcando o maior nível de perseguição já registrado no ranking. A escalada resulta de ataques a igrejas, fechamento de escolas cristãs e aumento de mortes entre fiéis.
Também no Top 15, Mali aparece pela primeira vez na 15ª posição, com violência extremista contra cristãos, deslocamentos forçados, extorsão e ataques a comunidades e templos.
A lista evidencia que, mesmo diante de violência, a fé cristã permanece ativa em várias regiões. Dados ressaltam a necessidade de apoio humanitário, acompanhamento local e ações de proteção a comunidades perseguidas.
Contexto e próximos passos
O estudo detalha situações específicas em cada país, incluindo mudanças históricas na perseguição ao longo do tempo. Dados de violência, ataques a instituições religiosas e deslocamentos compõem o ranking.
Para aprofundar, a organização disponibiliza um e-book com informações, mapas e testemunhos de países como Síria e Mali, oferecendo panorama sobre as causas e as consequências da perseguição. O material é gratuito.
Conclusões institucionais
A Portas Abertas reforça a importância de ações coordenadas para proteção de cristãos em regiões de risco. A instituição aponta a necessidade de medidas de proteção, apoio logístico e campanhas de conscientização internacional.
Quem acompanha o tema ressalta que a presença de fiéis em contextos hostis revela resistência e determinação. Organizações locais destacam a importância de redes de apoio, oração e recursos para enfrentar a violência.
Observância editorial
A lista é atualizada todo ano e baseia-se em monitoramento de abusos, restrições legais, violência e violação de espaços religiosos. Fontes independentes e relatos de campo embasam a classificação dos países.
Entre na conversa da comunidade