- A imprensa informou que o México teria encerrado o envio de petróleo bruto para Cuba; a notícia não foi contestada pela presidente mexicana.
- Claudia Sheinbaum disse que os envios de petróleo são uma decisão soberana, definida pela Pemex com base em contratos ou pelo governo em situações humanitárias.
- A chefe de Estado afirmou que a decisão de quando e como o petróleo é enviado é tomada de forma soberana.
- Indagada sobre negar a reportagem, Sheinbaum reforçou que a decisão é tomada no momento necessário.
Em 27 de janeiro, a imprensa informou que o México teria interrompido o envio de petróleo bruto para Cuba. A presidente Claudia Sheinbaum não negou a existência da reportagem, destacando que os envios de petróleo são uma decisão soberana do país.
Ela explicou que a decisão sobre quando e como o petróleo é enviado depende da Pemex, com base nos contratos, ou, em certas circunstâncias, pelo governo por motivos humanitários. A coordenação é definida pela estatal ou pelo governo conforme o cenário.
Ao ser perguntada sobre a negação da reportagem, Sheinbaum manteve o tom institucional, afirmando que a decisão é tomada no momento necessário, sem detalhar fatores adicionais.
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