- A promotoria húngara abriu acusações contra o prefeito liberal de Budapeste, Gergely Karácsony, por seu papel na organização de uma manifestação em defesa dos direitos LGBTQ+.
- Os procuradores buscam aplicar uma multa sem a necessidade de julgamento.
- O protesto ocorreu em 28 de junho, com dezenas de milhares de pessoas nas ruas de Budapeste, mesmo diante de uma proibição policial.
- A passeata do Pride acabou virando uma grande demonstração contra o governo do primeiro ministro Viktor Orbán.
- A informação é reportada como um desdobramento recente na imprensa internacional.
O Ministério Público da Hungria apresentou acusações contra o prefeito liberal de Budapeste, Gergely Karácsony, pela sua participação na organização de uma passeata em apoio aos direitos LGBTQ+. A acusação foi anunciada nesta quarta-feira, 28 de janeiro, com a possibilidade de aplicação de uma multa sem necessidade de julgamento.
A passeata ocorreu em 28 de junho, em Budapeste, apesar de uma proibição policial. Milhares de pessoas participaram do evento, que acabou se transformando num grande protesto contra o governo, liderado pelo primeiro-ministro nacionalista Viktor Orbán. Os promotores destacam o papel do prefeito na organização do ato.
Desdobramentos e contexto
Segundo o comunicado do Ministério Público, as autoridades consideraram a participação de Karácsony na organização do evento como violação de normas administrativas. A denúncia não detalha o montante da multa nem prevê penas adicionais. A reportagem acompanha a decisão e informações oficiais sobre o caso em curso.
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