- Irã executou na quarta-feira um homem acusado de espionagem para Israel, identificado pela Justiça iraniana como Hamidreza Sabet Esmaeilipour (anunciado pela agência Mizan).
- A prisão ocorreu em 29 de abril de 2025 e a pena foi de morte por espionagem e cooperação de inteligência a favor de Mossad, com transferência de documentos e informações confidenciais, após confirmação pelo Supremo Tribunal.
- Segundo a Mizan, a execução ocorreu após os procedimentos legais terem sido concluídos.
- As execuções de iranianos condenados por espionagem para Israel aumentaram significativamente desde o ano passado, em meio a um aumento de tensões com Israel.
- O episódio ocorre em um contexto de escalada entre Irã e Israel, que incluiu ataques a facilities nucleares iranianas por forças israelenses e americanas em junho passado.
DUBAI, 28 jan (Reuters) — Irã executou nesta quarta-feira um homem acusado de espionagem para Israel. A informação foi divulgada pela imprensa do judiciário iraniano, o Mizan, que identificou a vítima como Hamidreza Sabet Esmaeilipour. A pena foi cumprida após os procedimentos legais.
Conforme o Mizan, Esmaeilipour teria sido preso em 29 de abril de 2025. Ele foi enforcado por espionagem e cooperação com uma intelligence hostil (Mossad), envolvendo a transferência de documentos e informações confidenciais. A confirmação ocorreu após a análise pela Suprema Corte.
Execuções de iranianos condenados por espionagem para Israel aumentaram desde o ano passado. O agravamento ocorre em meio a um confronto direto entre Irã e Israel, iniciado em junho, quando missões das forças israelenses e dos EUA atacaram instalações nucleares iranianas.
Contexto regional
O conflito de longa data entre Irã e Israel alimenta acusações de espionagem e operações clandestinas. Autoridades iranianas costumam usar processos legais para julgar suspeitos ligados a serviços de inteligência estrangeiros.
Desdobramentos legais
A Justiça iraniana sustenta que há procedimentos legais completados, incluindo recursos avaliados pela Suprema Corte. Não há informações adicionais divulgadas sobre defesas apresentadas ou possíveis apelos em andamento.
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