- Lula afirmou que existem intervenções militares ilegais na América e no Caribe e criticou a paralisia de organismos internacionais diante dessas ações.
- Ele discursou na sessão de abertura do Fórum Econômico Internacional da América Latina, realizado no Panamá.
- O presidente não especificou a intervenção a que se referia e citou a Celac como paralisada, sem conseguir emitir declarações contra tais intervenções.
- O discurso menciona que o uso da força não é caminho para enfrentar as mazelas regionais e condena gestos neocoloniais e zonas de influência.
- Lula mencionou a invasão da Venezuela pelos Estados Unidos, que resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, e destacou que o Brasil escolhe a democracia, a paz e a integração regional.
Lula afirmou que há intervenções militares ilegais na América Latina e no Caribe e criticou a inação de organismos internacionais frente a essas ações. O presidente destacou a necessidade de resposta firme diante dessas ocorrências.
Durante a sessão de abertura do Fórum Econômico Internacional da América Latina, realizado no Panamá, o petista não citou intervenções específicas, mas reforçou a posição de que “força não resolve mazelas regionais” e que a divisão por zonas de influência é um retrocesso histórico.
Ele citou a paralisia da Celac, afirmando que o bloco está sem posição diante das intervenções, mesmo com esforços de lideranças como a do presidente colombiano Gustavo Petro. A fala ocorreu no evento panamenho, que reúne autoridades e especialistas da região.
Contexto regional
O líder brasileiro ponderou que, em meio a turbulências globais, o Brasil tem trajetória voltada à democracia, paz e integração regional, segundo seu discurso. A menção não detalhou casos específicos para evitar afirmações não verificadas.
Referência a acontecimentos recentes
Lula mencionou, ainda sem detalhar, uma ação dos Estados Unidos ocorrida no começo do mês na Venezuela, que resultou na captura de Nicolás Maduro e da esposa, com números de mortos estimados pela imprensa. A declaração foi apresentada como parte de um panorama de instabilidade regional.
Desdobramentos
O discurso reforçou a posição brasileira de buscar soluções negociais e espaços de cooperação para enfrentar desafios comuns. O presidente ressaltou que a política externa brasileira prioriza diálogo, multilateralismo e uma agenda de integração regional.
Entre na conversa da comunidade