- Phumin Leethiraprasert mudou de partido para a Kla Tham Party, aliada ao governo, em campanha para a eleição de oito de fevereiro, buscando mostrar firmeza diante do conflito na fronteira com o Camboja.
- Ele afirmou que não concorre pelo Pheu Thai nesta eleição, mantendo foco em comunidades rurais atingidas pelos choques na fronteira.
- O sentimento nacionalista aumentou após o pior combate com o Camboja em décadas, que deixou 149 mortos e centenas de milhares de deslocados.
- Muitos eleitores apoiam os planos do exército para um muro na fronteira de 817 quilômetros, embora a construção ainda não tenha começado.
- Os partidos buscam capitalizar o clima: o Kla Tham, apoiado pelo Bhumjaithai, domina o cenário governista, enquanto o Pheu Thai e o Partido Popular ajustam propostas para parecerem mais patrióticos; houve reestabelecimento de cessar-fogo em dezembro.
Phumin Leethiraprasert, deputado thai, deixou o Pheu Thai e disputará a reeleição em 8 de fevereiro pelo Kla Tham Party, aliado do governo Bhumjaithai. Ele busca mostrar firmeza para comunidades fronteiriças afetadas por confrontos com o Camboja.
A vitória do Kla Tham ocorre em meio ao aumento do sentimento nacionalista, alimentado pela percepção de falhas da atual gestão na crise de fronteira. Os combates entre Thai e Camboja deixaram 149 mortos.
Kantharalak, no nordeste rural da Tailândia, é o reduto citado pelo deputado como exemplo de danos sofridos pela população local. Milhares foram deslocados e casas foram destruídas nos ataques.
Contexto da campanha
A campanha tem como pano de fundo o endurecimento de posições em relação à fronteira. A população busca respostas sobre proteção de comunidades e de atividades econômicas locais, como a agropecuária.
Cenário político
O governo liderado pelo Bhumjaithai tem defendido a construção de uma cerca fronteiriça e maior apoio às forças armadas. Rivais, como o Partido Popular e o Pheu Thai, tentam manter uma linha mais conciliadora, sem perder o tom patriótico.
Clima eleitoral
Ruas de comícios mostram apoiadores exigindo ações mais firmes contra o Camboja e a reorientação de políticas de fronteira. A expectativa é que o tema friccione até a votação de fevereiro.
Os eleitores da região acompanham com apreensão as negociações e a implementação de políticas que prometem proteger comunidades e mitigar impactos econômicos, ainda incertos para o próximo governo.
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