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Trump adverte prefeito de Minneapolis sobre cooperação com agentes de imigração

Trump ameaça o prefeito de Minneapolis por não cooperar com agentes de imigração e sinaliza possível corte de recursos e pressão política

Federal immigration enforcement in Minneapolis
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  • O presidente Donald Trump avisou o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, de que ele está “jogando com fogo” por não cooperar com agentes federais de imigração.
  • A administração sinalizou mudança de estratégia com a chegada de Tom Homan para assumir as operações, substituindo Gregory Bovino e mirando ações mais direcionadas.
  • As operações de imigração parecem mais focadas recentemente, com caravanas de três veículos e seis a oito agentes procurando pessoas específicas, sem saídas desnecessárias.
  • O clima político permanece tenso: a deputada Ilhan Omar foi atacada com líquido malcheiroso em um evento; o governo equatoriano protestou após suposta tentativa de entrada de um agente da ICE no consulado em Quito.
  • Os casos de Pretti e de outro policial ferido elevam a pressão sobre Trump, enquanto Frey afirma que a função da polícia é manter a cidade segura, não aplicar leis federais de imigração.

Minneapólis vive tensão política após declaração de Trump. O presidente dos EUA chamou o prefeito Jacob Frey de ter “jogo com fogo” ao manter a cidade sem facilitar a cooperação com agentes de imigração. Frey havia dito que não ajudaria a enforcement da imigração pela cidade.

Segundo a administração, houve mudança de estratégia: Tom Homan assumiu o posto de Tom Bovino à frente das operações de fronteira, sinalizando foco em ações mais direcionadas. A transição busca reduzir padrões de varreduras amplas em várias cidades.

Diversos observadores relataram queda momentânea de atividades do ICE, com retomada de operações direcionadas na quarta-feira. Em Minneapolis, caravanas de veículos com agentes foram vistas em bairros, batendo às portas e buscando indivíduos específicos.

As ações foram descritas como buscas pontuais; não houve confirmação oficial sobre número de raids. Comunidades dizem que, nos últimos dias, houve menos paradas aleatórias e mais abordagens direcionadas.

Paralelamente, a cidade registrou tensão política: a congressista Ilhan Omar, democrata de Minneapolis, foi alvo de um ataque com líquido fedido em uma audiência, sem ferimentos, e o suspeito foi detido. A polícia confirmou a prisão de Anthony Kazmierczak, 55 anos.

O governo do Equador enviou nota de protesto à embaixada dos EUA em Quito após alegação de que um agente do ICE tentou entrar no consulado de Minneapolis. O incidente ainda é apurado pelas autoridades internacionais.

Em resposta aos acontecimentos, Frey manteve posição pública de que a polícia prioriza a segurança da população e não a aplicação de leis federais de imigração. Trump, por sua vez, ameaçou cortar recursos a estados que adotem políticas de abrigo a imigrantes.

Em Washington, assessores administravam críticas a Frey e ao governador Walz, mas disseram buscar reduções de tensões após o choque com a morte de civis durante operações anteriores. A administração indicou abrir caminho para cooperação com autoridades locais.

Pretti, enfermeiro de 37 anos, foi morto por agentes federais durante protestos no fim de semana, em meio a controvérsias sobre uso de força. Vídeos posteriores mostraram momentos em que Pretti portava apenas um celular, segundo registros verificados pela agência.

A complexa situação envolve críticas internas ao uso de força, mudanças na gestão de operações e impactos políticos para Trump, Frey e Walz, com possíveis desdobramentos futuros sobre políticas de imigração e segurança pública.

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