- Brent atingiu US$ 70,35 por barril no pico intradiário, maior valor desde o fim de setembro, devido a preocupações com possível ataque dos EUA ao Irã.
- O Irã é o quarto maior produtor da Opep, com produção de cerca de 3,2 milhões de barris por dia.
- O petróleo type West Texas Intermediate (WTI) dos EUA subiu para US$ 64,58 por barril, após avançar acima de US$ 65 mais cedo.
- Analistas citados pela imprensa disseram que o risco geopolítico pode elevar o Brent em US$ 3 a US$ 4 por barril, com possibilidade de chegar a US$ 72 nos próximos três meses.
- O campo Tengiz, no Cazaquistão, está sendo reiniciado em etapas; nos EUA, poços começam a voltar à operação após a tempestade Fern.
O petróleo Brent ultrapassou US$ 70 por barril, impulsionado por temores de consequências de um eventual ataque militar dos EUA ao Irã. O movimento ocorre com o Irã sendo o quarto maior produtor da Opep, com cerca de 3,2 milhões de barris por dia.
No intraday, o Brent atingiu US$ 70,35, a maior cotação desde o fim de setembro. O WTI, dos EUA, subiu para US$ 64,58, alta de 2,17%. Os contratos já haviam passado de US$ 65 antes disso.
A escalada vem enquanto o governo americano aumenta a pressão sobre Teerã para encerrar o programa nuclear. Autoridades discutem ataques direcionados a forças de segurança e a líderes iranianos para desestimular protestos.
Analistas do Citi destacaram que a elevação do prêmio geopolítico pode elevar o Brent entre US$ 3 e US$ 4 por barril, com projeções de chegar a US$ 72 nos próximos três meses.
O setor de energia também opera com relatos de reinício parcial do campo Tengiz, no Cazaquistão, após incêndios, com meta de retomar a produção total em uma semana.
Nos EUA, a produção de petróleo e gás tem sido retomada após a tempestade de inverno Fern, que interrompeu atividades no fim de semana. A situação geopolítica central continua a ditar o humor do mercado.
Contexto adicional aponta que o prêmio de risco em torno do Irã permanece como principal motor de alta, enquanto interrupções não planejadas em outras regiões também influenciam os preços.
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