- a China executou 11 criminosos ligados a gangues com base no norte de Mianmar; todos haviam sido condenados à morte em setembro e a execuções ocorreram em um tribunal de Wenzhou, na província de Zhejiang.
- os condenados estavam associados a grupos de golpe (fraude de telecomunicações) defall.
- a agência estatal Xinhua não informou mais detalhes sobre os criminosos.
- nos últimos anos, Pequim ampliou a cooperação com países do Sudeste Asiático, como Tailândia, Mianmar e Camboja, para coibir operações de “centros de golpe” na região, com milhares de suspeitos retornados.
- no ano passado, o Ministério da Segurança Pública chinês disse ter repatriado mais de 7.600 chineses suspeitos de jogos de azar online e fraude de telecomunicações vindos de Myawaddy, fronteira com a Tailândia.
China executou 11 criminosos ligados a gangues sediadas no norte de Mianmar, incluindo membros de grupos de fraude telemática. A execução ocorreu em Wenzhou, Zhejiang, na quinta-feira, segundo a agência estatal Xinhua. Não foram detalhadas identidades.
Os condenados tinham sido sentenciados à morte em setembro. A ação integra o esforço de Pequim para desmantelar redes transnacionais associadas a fraudes digitais que operam na região.
O país tem intensificado a cooperação com vizinhos do Sudeste Asiático para debelar centros de golpe. A repressão envolve operações de cooperação com Thailand, Mianmar e Camboja para reduzir atividades ilícitas.
Dados oficiais indicam que dezenas de milhares de suspeitos foram repatriados nos últimos anos, como parte dessa estratégia de combate ao crime organizado transnacional.
Ano passado, o Ministério da Segurança Pública informou que mais de 7.600 chineses suspeitos de jogos online e fraude telemática foram repatriados de Myawaddy, cidade na fronteira com a Tailândia.
Neste mês, Camboja extraditou Chen Zhi, magnata apontado como dirigente de uma congolação que seria fachada para uma rede de golpes cibernéticos multimilionária. As autoridades chinesas não informam sobre o papel dele.
Contexto regional
A cooperação regional visa interromper fluxos de criminosos e facilitar prisões e extradições entre os países, conforme analistas de crime organizado. Especialistas destacam que a cooperação deve seguir padrões legais e de direitos humanos.
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