- Um juiz federal bloqueou temporariamente, na quarta-feira 28, a detenção de refugiados em Minnesota ordenada pelo governo de Donald Trump e determinou a libertação dos detidos.
- A medida fazia parte de uma operação que enviou milhares de agentes do ICE e da CBP a Minneapolis, após incidentes envolvendo a morte de dois civis.
- O programa visava reavaliar o status de cerca de cinco mil e seiscentos refugiados que aguardam o green card.
- O juiz John Tunheim disse que a administração pode revisar a situação legal, mas não deve prender nem deter os refugiados, destacando direitos de permanência, trabalho e alimentação.
- Os refugiados passaram por verificações de antecedentes rigorosas e foram aprovados por várias agências; a ordem determina libertação imediata de detidos sob a Operação PARRIS.
Um juiz federal bloqueou temporariamente, na quarta-feira 28, a detenção de refugiados em Minnesota ordenada pelo governo de Donald Trump. A decisão impede novas prisões sob a operação de revisão do status de residência.
O magistrado John Tunheim determinou que a administração implemente as leis de imigração, mas sem prender os refugiados. A ordem também exige a libertação imediata daqueles já detidos.
A intervenção ocorre no contexto da operação conhecida como PARRIS, que revisa o status de cerca de 5.600 refugiados no estado. A revisão visa avaliar a elegibilidade para o green card e o direito de trabalhar nos EUA.
Segundo Tunheim, refugiados passaram por verificações de antecedentes rigorosas e foram aprovados por múltiplas agências para entrar no país. Eles teriam seguido as regras e aguardam ajuste de status.
A decisão foi recebida como freio às ações de uma operação que levou à morte de dois civis durante confrontos envolvendo ICE e CBP em Minneapolis, cidade mais populosa de Minnesota.
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