- Ramzan Kadyrov, líder da Chechênia, disse no Kremlin que é contra negociações para encerrar a guerra na Ucrânia e que Moscou deve seguir lutando.
- Ele afirmou que a guerra deve ser levada até o fim.
- A declaração foi feita enquanto o presidente Vladimir Putin recebia o presidente dos Emirados Árabes Unidos.
- Kadyrov, que se autodenomina “soldado de Putin”, representa a corrente mais hawkish entre os russos.
- O Kremlin indicou que prefere atingir objetivos por meio diplomático, mas pode usar meios militares se necessário; a decisão de encerrar a guerra cabe a Putin.
Ramzan Kadyrov, chefe da região Chechênia, disse na quinta-feira que é contrário a negociações para encerrar a guerra na Ucrânia e que Moscou deve continuar lutando. O comentário foi feito aos repórteres no Kremlin, onde o presidente russo, Vladimir Putin, recebia o presidente dos Emirados Árabes Unidos.
Kadyrov, que se apresenta como o “soldado de apoio” de Putin, é uma figura de linha dura entre os apoiadores da continuidade do conflito. Sua posição reflete uma corrente que insiste que a Rússia está próxima de alcançar seus objetivos.
O contexto inclui os esforços diplomáticos do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, para encerrar o conflito. Apesar disso, a decisão sobre terminar ou não o conflito cabe ao Kremlin e a Putin, conforme as autoridades russas.
O Kremlin informou que prefere alcançar as metas por meio diplomático, mas que, se necessário, a via militar também pode ser adotada para chegar aos objetivos na Ucrânia. Em estágio atual, a decisão final depende de Putin.
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