- O Kremlin afirmou que repetiu o convite para o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy ir a Moscou para negociações de paz, ainda sem resposta.
- A declaração ocorreu enquanto EUA lideram esforços para fechar acordo para encerrar quase quatro anos de guerra e pouco antes de nova troca de mortos entre os países.
- Discute-se também rumores de que Moscou e Kyiv teriam concordado em parar de atingir infraestrutura energética um do outro, sem comentário oficial sobre o tema.
- Pontos de discórdia permanecem, incluindo território, presença de forças de paz e o destino da usina nuclear Zaporizhzhia; as negociações em Abu Dhabi seguem.
- Se houver encontro entre Putin e Zelenskiy, será necessário bom preparo e garantias de segurança para Zelenskiy, segundo assessores do Kremlin.
O Kremlin reiterou que convidou o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy para ir a Moscou para negociações de paz. A declaração ocorreu enquanto esforços liderados pelos EUA para fechar um acordo que encerre quase quatro anos de conflito ganham fôlego.
O anúncio surge no momento em que Moscou e Kyiv realizam a mais recente troca de mortos no campo de batalha. Também houve avaliações sobre rumores de que ambos teriam concordado em interromper ataques às infraestruturas energéticas um do outro.
Entre as negociações, uma nova rodada de conversas mediadas pelos EUA em Abu Dhabi está prevista para domingo. Ainda há diferenças profundas entre as posturas de Rússia e Ucrânia, incluindo territórios, presença de forças internacionais e o futuro da usina nuclear de Zaporizhzhia.
Um assessor do Kremlin afirmou que ainda não houve resposta ao convite para Zelenskiy visitar Moscou. Zelenskiy já havia recusado convite anterior, sugerindo que Putin vá a Kyiv, caso haja disponibilidade para negociações sérias.
A presença de garantias de segurança, caso haja acordo, é tema de debate entre as partes. O chanceler russo questionou a viabilidade de garantias de Washington que possam manter o atual governo ucraniano no poder.
Entre na conversa da comunidade