- Ravena Hanniely, musa da Estácio de Sá, revelou ter viajado à Inglaterra para realizar a interrupção de uma gestação não desejada.
- A decisão foi tomada porque ela não se sentia preparada para a maternidade e, segundo ela, não havia possibilidade legal para esse procedimento no Brasil em sua condição.
- Ela afirmou que, no Brasil, a interrupção é legalizada apenas nos casos de violência, risco para a gestante ou feto com anencefalia.
- Na Inglaterra, o procedimento é permitido por lei, com opções de atendimento em clínicas, inclusive por meio de a ONG BIPAS (Serviço Britânico de Aconselhamento para Gestantes), que atua na orientação e no suporte, com vias medicamentosa ou mecânica.
- Ravena disse ter se sentido acolhida no Reino Unido e ressaltou que muitas brasileiras não têm esse privilégio de escolha, correndo riscos com abortos clandestinos; a medicamentosa pode ser realizada em clínica ou em casa, enquanto, a partir de 24 semanas, é necessária a interrupção mecânica.
Ravena Hanniely, musa da Estácio de Sá, revelou ter viajado à Inglaterra para realizar uma interrupção de gestação não desejada. A decisão, segundo ela, ocorreu por não se sentir preparada para a maternidade e pela indisponibilidade do procedimento no Brasil em sua condição.
A influenciadora, de 24 anos, afirmou que a viagem foi necessária devido a limitações legais no Brasil. Ela contou que o aborto é permitido no país apenas em casos de violência, risco à gestante ou fetos com anormalidades graves.
Ela explicou ter procurado atendimento na Inglaterra, onde o procedimento é permitido por lei, mencionando a existência de programas privados e apoio de organizações locais. A clínica citada oferece métodos medicamentoso e cirúrgico.
Segundo Ravena, a opção medicamentosa pode ser realizada na clínica ou em casa, com envio de medicamentos pelo correio. Já a interrupção cirúrgica é indicada a partir de um determinado estágio gestacional.
A musa destacou que, na prática, a realidade brasileira dificulta escolhas semelhantes para muitas mulheres. Ela ressaltou que algumas passam por riscos graves ao buscar abortos clandestinos, sem acolhimento ou apoio.
Ravena ressaltou ainda que a decisão foi tomada após considerar metas pessoais e profissionais. Ela afirmou ter obtido acolhimento no Reino Unido e que a experiência foi resolvida de forma que não encontrou no Brasil.
A influenciadora enfatizou que compartilha o tema para esclarecer situações pessoais, mas reforçou que a revista e o público devem considerar o contexto brasileiro, onde nem sempre há acesso equânime a opções de saúde reprodutiva.
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