- O premier da Colúmbia Britânica afirmou que reuniões sigilosas entre ativistas separatistas de Alberta e funcionários do Departamento de Estado dos EUA configuram “traição”, ao pedir ajuda externa para separar o Canadá.
- As revelações vieram de reportagem do Financial Times sobre os esforços de um grupo de Alberta para secessão, que coleta assinaturas para um referendo e busca um crédito de $500 bilhões do Tesouro dos Estados Unidos, caso o pleito tenha sucesso.
- A premiê de Alberta, Danielle Smith, rejeita a ideia de separação, mas enfrenta críticas por facilitar a coleta de assinaturas para o referendo; o premier de Ontario, Doug Ford, pediu que ela se posicione firmemente.
- O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, sinalizou apoio aos separatistas, dizendo que os Albertinos são independentes e podem querer soberania; houve menção a possível realização de um referendo.
- Líderes indígenas alertam para interferência estrangeira e destacam que eleições e tratados devem ser respeitados; especialistas temem influência externa e possíveis tentativas de desestabilização.
Entre autoridades canadenses e o governo dos Estados Unidos, surgem relatos sobre encontros sigilosos entre ativistas pró independência de Alberta e membros da administração de Donald Trump. A discussão gira em torno de suposto apoio externo a um movimento separatista e de aspectos legais envolvendo possíveis danos à integridade territorial do Canadá. O tema ganhou destaque após reportagens de veículos internacionais.
Segundo relatos, líderes do movimento pró independência de Alberta teriam buscado apoio externo para a realização de um referendo local, apresentando planos para financiar a causa com recursos estrangeiros. A escala da mobilização inclui coleta de assinaturas para abrir o plebiscito na província, com metas próximas de centenas de milhares de apoios ao longo de meses.
Em resposta, o primeiro-ministro da Colúmbia Britânica classificou as tratativas com potências estrangeiras como inadequadas, destacando a soberania nacional. O governo de Alberta, liderado pela primeira ministra Danielle Smith, nega a intenção de romper com o Canadá e afirma apoiar Alberta dentro de uma federação coesa.
Entre os desdobramentos, autoridades de Ontário, representantes indígenas e especialistas em segurança pública alertaram para riscos de interferência estrangeira em processos democráticos locais. Analistas ressaltam a necessidade de planejamento para neutralizar ações que possam desestabilizar o país.
Contexto internacional
Relatos indicam que autoridades americanas teriam comentado de forma favorável à ideia de soberania provincial, em tom citado pela imprensa. A situação envolve debates sobre a legitimidade de plebiscitos provinciais e impactos sobre a relação Canadá-EUA, além de tensões entre governos provinciais e federais.
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