- Estados Unidos e Argentina estão em conversas avançadas para assinar acordo que permitiria deportar imigrantes de outros países para a Argentina.
- O objetivo é finalizar neste mês um acordo de terceiro país, segundo o New York Times.
- A Reuters não pôde confirmar a informação de forma independente; um porta-voz do Departamento de Estado americano não comentou.
- O Ministério das Relações Exteriores da Argentina não respondeu de imediato a pedidos de comentário.
- O acordo ampliaria a estratégia do governo americano para expulsões em massa de imigrantes ilegais, com foco em países terceiros.
O governo dos EUA e a Argentina estão em negociações avançadas para assinar um acordo que permitiria deportar imigrantes de outros países para a Argentina, segundo o jornal New York Times nesta sexta-feira. A informação aponta que o objetivo é firmar o tratado neste mês.
A pauta envolve um acordo de “third-country”, ou seja, a retirada de imigrantes que não sejam cidadãos dos EUA para um país terceiro, neste caso a Argentina. O avanço das tratativas é descrito como prioritário pelos responsáveis argentinos.
Reuters não confirmou a informação de forma independente. Um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA não quis comentar. O Ministério das Relações Exteriores da Argentina não respondeu a pedidos de comentário.
A reportagem destaca que o acordo pode fortalecer a política de deportações do governo americano, que busca ampliar remoções de imigrantes indocumentados para países terceiros. O presidente argentino, Javier Milei, próximo aliado de Donald Trump, tem adotado ações para endurecer políticas migratórias, com foco em pessoas com antecedentes criminais e exigência de seguro saúde.
A matéria do NYT cita que autoridades argentinas trabalham para fechar o acordo e que a conclusão seria ainda neste mês, conforme apurado. As informações são baseadas em fontes oficiais não identificadas e não foram verificadas por outras agências.
A publicação indica que o contexto envolve mudanças na política migratória dos EUA e negociações diplomáticas entre os dois países, sem confirmar números ou prazos oficiais. Diversas filas de negociação permanecem em aberto, com acompanhamento limitado de fontes oficiais.
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