- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, afirmou que a Ucrânia ficaria “tecnicamente” pronta para entrar na União Europeia em 2027.
- Segundo ele, até o fim de 2026 serão concluídas as principais etapas para a adesão.
- Alguns líderes europeus questionaram o cronograma acelerado, dizendo que é melhor seguir as regras e ter um processo gradual.
- O ministro de Relações Exteriores de Luxemburgo reforçou que há necessidade de respeitar as regras, chamando para evitar pressão sobre o timing.
- Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, afirmou que 95% dos húngaros são contrários à adesão rápida, citando impactos sobre agricultores, segurança e paz no país.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, afirmou que o país estará “tecnicamente” pronto para ingressar na União Europeia em 2027. A declaração foi feita à imprensa, com base em projeções para o fim de 2026, quando diz acreditar ter cumprido as etapas principais para a adesão.
Zelenskyy mantém o objetivo de acelerar o processo, mesmo diante de críticas de líderes europeus sobre a viabilidade de um envio rápido. O presidente enfatiza a importância de estabelecer um cronograma claro como parte de garantias de segurança após o conflito.
Reações na UE e obstáculos
O gesto de cautela chega enquanto o comissário europeu de expansão admitiu que, embora haja vontade política, ainda há pontos a melhorar para avançar no processo. A avaliação pondera questões como combate à corrupção e capacidade institucional.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, sustentou que a opinião pública evita a adesão rápida, citando proteção de agricultores, famílias e paz no país. A frase acompanha a expectativa de disputa eleitoral no país, após 16 anos de governo.
A União Europeia exige unanimidade entre seus 27 membros para qualquer avançar no processo de adesão. A posição de países-chave pode influenciar o calendário, segundo analistas, com a situação sendo observada de perto por Bruxelas.
O tema deve continuar em foco nos próximos dias, com possíveis novas declarações de autoridades da UE e de Kyiv. A cobertura segue acompanhando reações oficiais e desdobramentos políticos relevantes.
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