- A tempestade tropical Fytia formou-se ao norte-ovest de Madagascar, no Canal de Moçambique, no fim de semana.
- Fytia pode trazer cerca de 150 mm de chuva por dia nas áreas mais atingidas, com risco de enchentes e deslizamentos.
- Estima-se que mais de 40 mil casas fiquem alagadas nos próximos dias; alertas vermelhos foram emitidos e marinhos foram orientados a buscar abrigo.
- Pelo menos três pessoas morreram e 28.368 foram afetadas por inundações, conforme o relatório provisório do órgão nacional de gestão de riscos de desastre.
- O ciclone moveu-se para sudeste pelo norte e centro de Madagascar no sábado, com ventos médios acima de 90 mph e rajadas de até 130 mph; enfraqueceu para tempestade tropical, mas os transtornos devem continuar nesta semana.
Um ciclone tropical chamado Fytia atingiu Madagascar no fim de semana, provocando mortes e enchentes. O fenômeno se formou ao norte de Madagascar, no canal de Moçambique, na quinta-feira, e seguiu em direção ao sudeste do país, gerando chuvas intensas e ventos fortes.
Até o momento, pelo menos três pessoas morreram e aproximadamente 28.368 foram afetadas pelas inundações, segundo o escritório nacional de gestão de riscos. Estima-se que mais de 40.000 residências possamとも ser inundadas nas próximas dias, com alertas vermelhos nas regiões em rota de Fytia.
Fytia atravessou o norte e o centro de Madagascar no sábado, trazendo chuvas fortes, ventos acima de 90 mph e mar agitado, com rajadas de até 130 mph, de acordo com a meteorologia local. O ciclone enfraqueceu para tempestade tropical, mas os impactos devem persistir ao longo da semana.
Desdobramentos e impactos
A previsão aponta acúmulos de chuva de até cerca de 150 mm nas áreas mais atingidas, aumentando o risco de inundações e deslizamentos. Viagens devem continuar indisponíveis e escolas podem permanecer fechadas em regiões afetadas.
Previsões e medidas
Autoridades mantêm vigilância constante e emitiram avisos de contínua instabilidade climática. Equipes de resposta trabalham para mobilizar abrigos e assistência humanitária, enquanto marinheiros são orientados a buscar abrigo devido às condições marítimas adversas.
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