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Identificados os dois agentes que mataram Alex Pretti em Minneapolis

Dois agentes da Patrulla Fronteriza são identificados como responsáveis pela morte de Alex Pretti em Minneapolis; DOJ abre investigação federal de direitos civis

Captura de uno de los vídeos de la muerte de Alex Pretti.
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  • ProPublica identificou dois agentes da Patrulha Fronteira, Jesús Ochoa (43) e Raymundo Gutierrez (35), enviados a Minnesota desde o Texas como parte da Operação Metro Surge.
  • Eles teriam disparado dez tiros contra Alex Pretti, que era enfermeiro da unidade de cuidados intensivos do hospital para veteranos de Minneapolis; o tiro ocorreu em 24 de janeiro, quando Pretti morava.
  • Pretti foi alvejado por trás e, segundo relatos, morreu após os agentes atuarem; ele não teve a arma sacada durante o incidente e filmava a ação com o celular.
  • Os dois agentes permanecem afastados do serviço; Gutierrez ingressou na Agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras em 2014, e Ochoa era diplomado em direito penal, segundo dados levantados pela reportagem.
  • O Departamento de Justiça abriu investigação federal de direitos civis sobre o caso, enquanto a revisão interna do Departamento de Segurança Nacional corre separadamente.

Identificados os dois agentes da Patrulla Fronteriza que tiraram a vida de Alex Pretti em Minneapolis

ProPublica identificou neste domingo os agentes responsáveis pelo tiroteio que matou o enfermeiro Alex Pretti, em 24 de janeiro, em Minneapolis. Os disparos ocorreram a partir de trás, com um lote de 10 tiros, enquanto Pretti estava imobilizado após receber spray de pimenta.

Os agentes são Jesús Ochoa, de 43 anos, e Raymundo Gutierrez, de 35. Ambos pertencem à Agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) e estavam na cidade como parte da operação Metro Surge, autorizada pelo governo federal. Ochoa ingressou na CBP em 2018; Gutierrez em 2014.

Pretti era enfermeiro da unidade de cuidados intensivos de um hospital para veteranos em Minneapolis. A morte ocorreu após ele se colocar entre o grupo de agentes e uma mulher que buscavam abordar, segundo informações disponíveis. A vítima não sacou a arma durante o confronto.

Os agentes continuam suspensionados. O tiroteio é alvo de apurações federais e internas. O Departamento de Justiça abriu uma investigação de direitos civis, enquanto o DHS conduz uma revisão interna. O presidente Donald Trump prometeu uma investigação “honesta e transparente”.

A notícia levanta discussões sobre a identidade de autoridades envolvidas em tiroteios. A divulgação dos nomes foi defendida por veículos de imprensa, órgãos legislativos e especialistas, com base na necessidade de transparência em casos de violência público-autoridade. A investigação busca esclarecer circunstâncias, cronologia e responsabilidades.

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