- Marius Borg Hoiby, 29 anos, filho da princesa herdeira Mette-Marit, foi detido no domingo por suspeita de causar ferimentos, empunhar uma faca e violar uma ordem de restrição.
- A detenção ocorre antes do julgamento que começa nesta terça-feira, no qual ele enfrenta quatro acusações de estupro, violência doméstica, agressão e posse de drogas, entre outras.
- A polícia deseja solicitar ao juiz a custódia dele por mais quatro semanas, caso o pedido seja aceito.
- O conjunto de acusações já soma 38 crimes, e ele pode receber novas acusações a partir das alegações recentes.
- O advogado dele não comentou as novas acusações; Hoiby nega culpa pelos crimes de estupro e violência doméstica, reconhecendo apenas delitos menores em momentos anteriores e pretendendo detalhar sua versão em tribunal, cujo julgamento está previsto até 19 de março.
Marius Borg Hoiby, 29 anos, filho da princesa Mette-Marit, foi detido pela polícia da Noruega no domingo, em Oslo, sob suspeita de agressão física, porte de arma branca e violação de uma ordem de restrição. A detenção ocorre pouco antes de um novo julgamento, marcado para esta semana, em que ele já enfrenta múltiplas acusações de estupro, violência doméstica e outros crimes.
Segundo a polícia, a detenção visa manter Hoiby sob custódia por quatro semanas, mediante autorização de um juiz. O julgamento principal, que começa nesta terça-feira, inclui quatro acusações de estupro, violência doméstica, agressão e posse de drogas, entre outros delitos. O caso é um dos que abalam a monarquia norueguesa.
Hoiby ainda responde a um conjunto de 38 acusações ao longo de 2024 e 2025, com o processo envolvendo acusações anteriores de agressão contra uma ex-parceira. O jovem não admite culpa pelas acusações de estupro e violência, mas reconhece ter cometido crimes menores em declarações anteriores, segundo o seu advogado. O júri está previsto até 19 de março.
Avanço judicial e possibilidade de custódia
A polícia já havia anunciado a intenção de pedir ao juiz a manutenção de Hoiby sob custódia por quatro semanas. A nova detenção eleva o escrutínio sobre a relação entre a família real e os temas de segurança pública envolvendo membros da realeza.
O caso teve início em 2024, quando Hoiby foi identificado como suspeito de agressão física contra uma ex-parceira. Em comunicado à imprensa, o próprio Hoiby admitiu ter causado ferimentos à mulher sob efeito de cocaína e álcool e ter danificado o apartamento, afirmou que se arrependeu das ações.
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