- A União Europeia rejeitou a classificação do Irã sobre as forças armadas da UE como “grupos terroristas após a UE incluir a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) na lista de organizações terroristas.
- A reação veio com a declaração de que “rejeita a inclusão de forças armadas da UE e a acusação de terrorismo”, afirmou a porta-voz da Comissão Europeia, Anouar El Anouni.
- O movimento iraniano ocorreu após a UE designar a IRGC como organização terrorista, em resposta à repressão violenta às manifestações desde 1979.
- A decisão da UE sobre a IRGC ocorreu na esteira de uma onda de protestos no Irã, marcando o episódio mais sangrento desde o início da República Islâmica.
A União Europeia rejeitou a decisão do Irã de classificar as forças armadas da UE como grupos terroristas, após Bruxelas incluir o Corpo das Guardas Revolucionárias Islâmicas (IRGC) na lista de organizações terroristas. O anúncio ocorreu em Paris, nesta segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, em meio a um desdobramento diplomático entre as partes.
A União Europeia afirmou que não há base para rotular as forças armadas da UE como terroristas nem para acusá-las de terrorismo. A posição foi divulgada por Anouar El Anouni, porta-voz da Comissão Europeia, em resposta ao movimento iraniano.
O Irã tomou essa posição após a decisão da UE, tomada na última quinta-feira, de designar o IRGC como uma organização terrorista. O bloco descreveu a medida como parte de uma mudança simbólica na abordagem sobre a liderança iraniana, em meio a uma repressão violenta de protestos que teve início em 1979.
Contexto
- O IRGC é uma instituição-chave na política de segurança iraniana, com influência em áreas militares e de segurança.
- A resposta irânica ocorre em um momento de tensão entre Teerã e a UE, com consequências diplomáticas potenciais.
- Fatos e datas citados refletem o noticiário no momento designado; informações adicionais podem emergir com novos desdobramentos.
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