- Petro afirmou à Rádio Caracol, em Bogotá, que, em reunião na Casa Branca, discutiu com Donald Trump a exportação de gás venezuelano via Colômbia e o combate ao tráfico de drogas.
- Também foi tratado o atrito comercial e de drogas entre Colômbia e Equador, com Petro pedindo mediação de Trump diante da situação com o presidente Daniel Noboa.
- O tema da erradicação de coca foi citado, mas sem avanços com fumigação aérea.
- As relações entre os dois líderes parecem ter amolecido após tensões anteriores, com fotos de Petro no X indicando cordialidade.
- Petro solicitou a Trump ajuda para capturar grandes traficantes que atuam internacionalmente.
Colombian President Gustavo Petro afirmou, em entrevista à rádio Caracol, que, em uma reunião na Casa Branca, discutiu com o presidente dos EUA, Donald Trump, a possibilidade de exportar gás venezuelano via Colômbia, além de medidas no combate às drogas e a disputa entre Colômbia e Equador. A declaração foi publicada nesta terça-feira, 3 de fevereiro.
Segundo Petro, o encontro tratou da flexibilização de questões energéticas e do esforço conjunto para conter o tráfico de drogas. Ele também mencionou a importância de mediar tensões com o presidente equatoriano Daniel Noboa. A entrevista sinaliza um interesse de ambos os lados em avanços diplomáticos, após semanas de atritos públicos.
Petro ressaltou que os temas incluíram ainda a cooperação para capturar grandes traficantes que operam além das fronteiras nacionais. O presidente colombiano citou a possibilidade de mediação com o Equador para reduzir o atrito bilateral, sem detalhar prazos ou mecanismos específicos.
Relação entre os países
A relação entre Bogotá e Washington passou por momentos de atrito desde o início do mandato de Trump, com acusações sobre tráfico de drogas e auxílio a ações militares contra a Colômbia. Recentemente, porém, registros públicos indicam uma aparente aproximação entre os dois líderes, com mensagens públicas mais contidas.
Pontos em pauta
Foi destacada a cooperação para eliminar redes de narcotráfico que atuam internacionalmente. Petro também pediu apoio de Trump para ampliar operações conjuntas e fortalecer a cooperação energética entre os países, incluindo debates sobre gás venezuelano via Colômbia.
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