- Procuradores franceses ampliaram a investigação sobre a X, de Elon Musk, e convocaram o empresário para depor em abril.
- O inquérito, aberto em janeiro de 2025, apura abuso de algoritmos e extração de dados fraudulentos e foi ampliado após denúncias sobre o chatbot Grok.
- Entre os crimes considerados estão posse e divulgação de imagens de menores de natureza pornográfica.
- Também são investigadas difamação por deepfakes sexuais e negação de crimes contra a humanidade (Holocausto).
- Há ainda apuração de fraude na extração de dados de sistema automatizado e de operação de plataforma online por grupo organizado.
O Ministério Público de Paris ampliou a investigação sobre a plataforma X, de Elon Musk, e afirmou ter convocado o empresário para depor em abril. A oitiva está marcada para ocorrer na França, em data a ser confirmada.
A apuração inicial, lançada em janeiro de 2025, apura uso indevido de algoritmos e extração fraudulenta de dados. A reabertura veio após novas queixas relacionadas ao chatbot de IA Grok, do próprio X.
O Ministério Público informou, em Paris, que a investigação passou a contemplar novos crimes potenciais, conforme apurado pela cybercrime unit. A ação envolve possível participação de indivíduos organizados na prática dos ilícitos.
Crimes sob investigação
- Complicidade na posse de imagens de menor de natureza pornográfica
- Complicidade na distribuição, oferta ou disponibilização de imagens de menor
- Difamação de imagem por meio de deepfakes de teor sexual
- Negação de crimes contra a humanidade (negacionismo do Holocausto)
- Extracção de dados de sistema automatizado por grupo organizado
- Falsificação de operação de sistema automatizado por grupo organizado
- Operação de plataforma online ilegal por grupo organizado
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