- A 61ª Bienal de Veneza abre em nove de maio de 2026, com a exposição principal seguindo a visão da curadora falecida Koyo Kouoh, e Palcos no Giardini, Arsenale e outras regiões de Veneza.
- Austrália: Khaled Sabsabi representa o país, organizado por Michael Dagostino e Creative Australia, com a mostra no Giardini.
- França: Yto Barrada representa a França, organizada por Myriam Ben Salah e pelos ministérios franceses, com exibição no Giardini.
- Índia: cinco artistas (Alwar Balasubramiam, Sumakshi Singh, Ranjani Shettar, Asim Waqif e Skarma Sonam Tashi) compõem o pavilhão, em Arsenale.
- Itália: Chiara Camoni representa a Itália, organizada por Cecilia Canziani; exposição no Arsenale.
A 61ª edição da Venice Biennale, a mais tradicional mostra de arte contemporânea, será aberta em 9 de maio de 2026 e vai até 22 de novembro. O pavilhão principal segue o plano curatorial da falecida Koyo Kouoh, que orientou a visão da mostra. Países de diversas partes do mundo já anunciaram nomes para seus pavilões nacionais.
A curadoria e a coordenação de cada participação ficam a cargo de entidades nacionais, museus, fundações e representantes culturais. A lista de artistas representa uma amostra global, com propostas que vão desde a pesquisa histórica até a produção contemporânea em múltiplas mídias. A imprensa acompanha os anúncios para compreender as linhas temáticas que emergem na edição.
Diversos países já confirmaram seus nomes para 2026, com uma variedade de artistas e comitês organizadores. A cobertura reúne informações sobre a cidade-estado de Veneza, os espaçosGiardini e Arsenale, além de locais adicionais na cidade. A presença internacional reforça o caráter de encontro entre comunidades artísticas e instituições públicas.
Pavilhões confirmados e artistas
Austria: Florentina Holzinger é a artista indicada, com apoio do Ministério Federal para Artes, Cultura, Serviço Civil e Esporte. Localização prevista: Giardini.
Bahamas: Lavar Munroe e John Beadle representam o país. Organizador(a): Krista Thompson, em colaboração com instituições nacionais. Localização: Centro Culturale Don Orione Artigianelli, Zattere.
Brasil: Rosana Paulino e Adriana Varejão compõem o duo brasileiro. Coordenação: Diane Lima, Fundação Bienal de São Paulo, Ministério das Relações Exteriores e Ministério da Cultura. Localização: Giardini.
Brasil e outros países já aparecem na lista de artistas para 2026, com foco na diversidade de práticas, desde pintura e escultura até instalações e videoarte.
Avanços e temas prováveis
Canadá marca presença com Abbas Akhavan no Giardini, com apoio de galerias nacionais. França anuncia Yto Barrada como representante, com apoio de instituições culturais francesas. Itália traz Chiara Camoni, com apoio do Ministério da Cultura.
Coreia, Índia e Japão aparecem com múltiplas propostas, destacando organizações nacionais de cultura e artes. Índia apresenta cinco artistas no Arsenale, enquanto Japão confirma Ei Arakawa-Nash para o Giardini. Taiwan participa com Li Yi-Fan no Arsenale.
Continuidade da cobertura
Nova Zelândia, Noruega, Finlândia e Reino Unido participam com nomes já divulgados por meio de comunicados oficiais. Estados Unidos confirma Alma Allen para representar o país no Giardini. Irlanda confirma Isabel Nolan para o Arsenale em Veneza.
A lista completa de pavilhões e artistas é atualizada conforme os comitês nacionais divulgam novas informações. As escolhas refletem uma tendência de ampliar diálogos entre culturas, identidades e práticas artísticas contemporâneas.
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