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EUA buscam aliados para reduzir domínio da China sobre minerais críticos

Reunião em Washington reúne mais de cinquenta países para ampliar acesso a minerais críticos e reduzir dependência de Pequim

A sample of bastnaesite ore, a mineral used in the rare earth industry to extract elements such as cerium, lanthanum, and neodymium, is displayed at the Geological Museum of China in Beijing, China, October 14, 2025.
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  • Washington recebe mais de cinquenta países para discutir como ampliar o acesso a minerais críticos e reduzir a dependência da China nas cadeias de suprimento.
  • o objetivo é fortalecer a oferta de minerais usados em semicondutores, veículos elétricos e sistemas de defesa, buscando diversificar fontes fora da china.
  • a reunião ocorre após o lançamento, pelo presidente norte‑americano, do estoque estratégico de minerais, o Projeto Vault, com financiamento inicial de dez bilhões de dólares do Export‑Import Bank e dois bilhões de capital privado.
  • entre os participantes estão Coreia do Sul, Índia, Tailândia, Japão, Alemanha, Austrália e República Democrática do Congo; a lista completa não foi divulgada.
  • os temas discutidos incluem alinhamento de incentivos comerciais, estímulo à produção e processamento fora da china e intervenções de mercado como pisos de preço, estoques estratégicos e restrições à exportação para reduzir o domínio chinês.

Washington recebe reunião com 50+ países para reduzir domínio da China em minerais críticos

O governo dos EUA sedia, nesta quarta-feira, uma reunião com mais de 50 países para ampliar o acesso a minerais críticos e deslocar o peso chinês nas cadeias de suprimento. O encontro busca reduzir a dependência de Pequim em insumos usados em semicondutores, veículos elétricos e defesas.

O fórum acontece em meio ao lançamento, pelo presidente, de uma reserva estratégica de minerais denominada Project Vault, com apoio de 10 bilhões de dólares em financiamento público e 2 bilhões em aporte privado. Participantes incluem Coreias, Índia, Japão, Alemanha, Canadá, África do Sul e Congo.

O objetivo é alinhar políticas entre parceiros para diversificar a produção e o processamento de minerais, com possíveis mecanismos como incentivos comerciais, novas minas fora da China e intervenções de mercado, como pisos de preços e estoques estratégicos.

Segundo fontes, a própria administração avalia medidas coordenadas com aliados para reduzir a vulnerabilidade diante do domínio de China em materiais críticos para manufatura avançada e segurança nacional. Washington tem buscado ampliar a cooperação com a União Europeia e o G7.

Ursos de participação foram anunciados pelo secretário do Interior, que informou a inclusão de 11 novos países no chamado clube de minerais críticos, elevando para pelo menos 11. Outros 20 demonstraram forte interesse em aderir à coalizão.

O Secretário de Estado Marco Rubio e o Vice-Pesidente JD Vance devem falar aos ministros presentes, em um encontro que reúne delegações da Europa, Ásia, África e América Latina. A delegação norte-americana promete fortalecer cadeias de suprimentos diversificadas.

Especialistas enfatizam que não há solução única; o debate envolve uma combinação de tarifas, incentivos e medidas regulatórias para estimular investimento em produção e refino fora da China, sem prejudicar o comércio internacional.

A China mantém posição de liderança em processamento de vários minerais, o que tem gerado atraso de produção e reajustes em setores automotivo e tecnológico em diversas regiões, segundo análises de mercado.

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