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Milhares marcham em Caracas por libertação de Maduro

Milhares marcham em Caracas exigindo libertação de Nicolás Maduro e Cilia Flores, um mês após a detenção pelas forças dos Estados Unidos

A demonstrator holds a banner as supporters of Venezuela's government rally to demand the release of ousted President Nicolas Maduro and his wife, Cilia Flores, one month after their capture by U.S. during recent U.S. strikes on the country, in Caracas, Venezuela, February 3, 2026. REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria
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  • Milhares de pessoas caminharam pelas ruas de Caracas exigindo a libertação de Nicolás Maduro e de Cilia Flores, nesta terça-feira (3).
  • A mobilização, chamada Grande Marcha, foi organizada pelo Partido Socialista Unido da Venezuela e contou com apoiadores e membros da milícia bolivariana.
  • Os manifestantes exibiam cartazes e bonecos de Maduro, retratado como o personagem “Super Bigode”, com mensagens pedindo o retorno do casal.
  • O deputado Nicolás Maduro Guerra, filho do ex-presidente, discursou para a multidão.
  • Maduro e Flores permanecem detidos em uma prisão federal dos Estados Unidos, passados um mês desde a incursão militar de 3 de janeiro.

Milhares de pessoas marcharam pelas ruas de Caracas na terça-feira, 3 de janeiro, exigindo a libertação de Nicolás Maduro e de Cilia Flores. O ato ocorreu um mês após a captura do ex-presidente e de sua esposa pelas forças militares dos Estados Unidos.

A mobilização, denominada Grande Marcha, foi organizada pelo Partido Socialista Unido da Venezuela e contou com a participação de membros da milícia bolivariana e apoiadores. Cercavam a manifestação com cartazes e camisetas pedindo o retorno do casal.

Durante o protesto, apoiadores exibiram bonecos de Maduro como o personagem Super Bigode e mensagens afirmando que o “império os sequestrou” e cobrando o retorno. O discurso principal ficou por conta de Nicolás Maduro Guerra, filho do ex-presidente, que afirmou defender um modelo de desenvolvimento próprio e a equidade social.

Contexto e situação atual

Maduro e Flores permanecem detidos em uma prisão federal dos Estados Unidos, um mês após a incursão militar de 3 de janeiro. A mobilização em Caracas teve como foco externo a criação de pressão sobre autoridades norte-americanas e a defesa de uma narrativa de soberania nacional.

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