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Partido Socialista da Noruega recua de ameaça a projeto de energia com LNG

Partido Socialista da Noruega retira apoio à proposta de bloquear a ligação da usina Hammerfest à rede, abrindo caminho para votação e conexão elétrica

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  • A Socialist Party retirou o apoio à proposta de bloqueio da ligação da usina Hammerfest LNG à rede elétrica, abrindo caminho para o desenvolvimento da transmissão.
  • A Câmara deve votar na quinta-feira uma moção de oposição que busca revogar a ligação, mas a aprovação deve falhar sem o apoio do partido.
  • O governo aprovou a conexão em 2023 para reduzir emissões de gases e ampliar a vida útil da usina, localizada na ilha Melkøya, perto de Hammerfest.
  • Críticos afirmam que ligar a usina a rede regional pode reduzir energia disponível para outras empresas, elevar preços locais e prejudicar pastores Sami.
  • A usina é de propriedade da Equinor, Petoro, TotalEnergies, Vaar Energi e Harbour Energy, e responde por 5% das exportações de gás da Noruega.

Norway’s Socialist Party retirou o apoio a uma proposta que buscava impedir a ligação da usina de gás natural liquefeito Hammerfest, da Equinor, à rede elétrica terrestre. A medida abrirá caminho para o desenvolvimento da rede de transmissão.

O Parlamento deve votar na quinta-feira uma proposta de oposição para revogar a conexão prevista, mas a maioria espera rejeição sem o apoio do Partido Socialista.

A ligação foi aprovada pelo governo em 2023 para reduzir emissões na usina localizada na ilha Melkøya, perto de Hammerfest, e ampliar a vida útil da unidade.

Situação no Parlamento

Críticos argumentam que ligar a usina movida a gás ao grid regional pode reduzir o fornecimento para outras empresas, elevar preços locais e impactar pastos dos pastores Sami. A oposição buscava instruir a Statnett a liberar energia para o projeto.

O Partido de Esquerda Radical apresentou moção para derrubar o plano, enquanto outros grupos, como o Progress, sinalizaram apoio. A votação pode consolidar ou bloquear a decisão de integração à rede.

O chief executivo da Equinor, Anders Opedal, afirmou que a moção criaria incerteza para trabalhadores, investidores e para a Europa que depende da energia norueguesa. A avaliação ressalta impactos setoriais além de Hammerfest.

A usina pertence a um consórcio de empresas: Equinor, Petoro, TotalEnergies, Vaar Energi e Harbour Energy, respondendo por cerca de 5% das exportações de gás da Noruega.

Fonte: Reuters

  • Equinor
  • Petoro
  • TotalEnergies
  • Vaar Energi
  • Harbour Energy

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