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Trump pede aos americanos que deixem Epstein para trás

Trump insiste que é hora de seguir adiante do caso Epstein, enquanto Mandelson renuncia ao Parlamento britânico e Clinton deve depor no Congresso

United States president Donald J Trump.
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  • Trump pediu aos americanos que deixem o caso Epstein para trás, dizendo ter sido limpado pelos novos arquivos e que o tema não deve dominar a pauta pública.
  • Peter Mandelson, ex-embaixador britânico em Washington, renunciou à Câmara dos Lordes após acusações de ter repassado informações de mercado a Epstein quando estava no governo.
  • Nos Estados Unidos, Bill Clinton e Hillary Clinton vão testemunhar no Congresso ainda neste mês sobre o caso Epstein.
  • Os novos documentos mencionam aliados de Trump, como o secretário de Comércio, Howard Lutnick, e o bilionário Elon Musk.
  • Trump repetiu que a questão é “um problema dos democratas” e tentou desviar o foco para os Clintons.

Donald Trump voltou a pedir que a sociedade faça “vista grossa” para o escândalo envolvendo Jeffrey Epstein, em meio a desdobramentos internacionais. O magnata afirmou que não houve novas evidências contra ele nas últimas divulgações e sugeriu que o país deveria focar em temas como a saúde, deixando para trás o tema.

A fala ocorre em um momento no qual o ex-presidente Bill Clinton e sua esposa Hillary deverão depor no Congresso ainda neste mês, segundo a imprensa internacional. Em relação a Epstein, surgem novas informações de arquivos liberados que ampliam o escrutínio sobre aliados do governo anterior.

Paralelamente, Peter Mandelson, antigo embaixador britânico em Washington, pediu demissão da Câmara dos Lordes após acusações de ter repassado informações sensíveis sobre o mercado ao falecido abusador, enquanto ocupava cargos no governo. O episódio alimenta a agenda de investigações ligadas ao caso.

Desdobramentos nos EUA

Donald Trump reiterou que não houve novo conteúdo prejudicial a ele nos arquivos liberados, reforçando a visão de um conflito político. Ele associou o tema a uma oposição democrata, sem deixar de sustentar que a polêmica envolve figuras próximas ao governo Clinton, além de mencionar outros nomes próximos a ele.

Outros acontecimentos relevantes

Entre as novidades, o ex-governante sugeriu, em podcast conservador, que governos estaduais controlassem eleições para defender o partido de eventuais perdas, adiantando a ideia de neutralizar ações que impliquem votação de não cidadãos. A prática é contestada e permanece sob análise.

Relações internacionais e decisões militares

Em relação à política externa, o Exército americano informou ter interceptado e abatido um drone iraniano Shahed-139 que se aproximava da aeronave de porta-aviões Abraham Lincoln no Mar da Arábia, em operação descrita pela Combatant Command como tentativa de aproximação com intenções não esclarecidas.

Investigações e ações judiciais

Nos tribunais, Tulsi Gabbard, diretora de inteligência, mantém uma revisão própria sobre a eleição de 2020, com aprovação de Donald Trump, atuando separadamente de investigações do FBI. Simultaneamente, houve uma operação de busca de eleitores na Geórgia que envolveu a participação da ex-candidata.

Controvérsia acadêmica

Nos EUA, Trump informou, por meio das redes sociais, que o governo estuda cobrar 1 bilhão de dólares da Universidade de Harvard, em meio a acusações de antisemitismo associadas à instituição. O tema envolve a administração da universidade e a posição pública de seus dirigentes.

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