- Os Estados Unidos vão fornecer mais 6 milhões de dólares em ajuda humanitária a Cuba, elevando o total desde o furacão Melissa a 9 milhões de dólares, segundo o alto funcionário do Departamento de Estado.
- A assistência está sendo entregue pela Igreja Católica, e as autoridades cubanas não teriam interferido até o momento em sua distribuição.
- O governo norte-americano intensificou os esforços para interromper o abastecimento de óleo à ilha; o presidente Donald Trump já anunciou que Cuba não deverá mais receber petróleo da Venezuela e ameaçou tarifas a outros fornecedores.
- O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que medidas temporárias serão implementadas na próxima semana para lidar com a escassez de combustível e os apagões em várias províncias.
- O porta-voz Jeremy Lewin afirmou que a crise humanitária vai além do Melissa e que é causada pelo governo cubano, por não conseguir manter estoques básicos nas lojas estatais.
O governo dos EUA anunciou um acréscimo de 6 milhões de dólares em ajuda humanitária para Cuba, elevando o total desde outubro a 9 milhões. O repasse é feito por meio da Igreja Católica e, segundo a autoridade de ajuda, não houve interferência das autoridades cubanas na distribuição.
O anúncio foi feito pelo responsável de assistência humanitária do Departamento de Estado, Jeremy Lewin, em coletiva de imprensa. A iniciativa ocorre enquanto Washington intensifica esforços para bloquear o abastecimento de petróleo à ilha caribenha.
Cuba continua a enfrentar apagões e escassez de combustível. O presidente Miguel Díaz-Canel informou que o governo deve apresentar medidas temporárias na próxima semana para lidar com a crise de abastecimento, em meio às atuais dificuldades energéticas em várias províncias.
Contexto de ajuda humanitária e bloqueio de combustível
Apesar da recente intensificação de restrições, Lewin reiterou que a crise humanitária no país é atribuída ao governo cubano, afirmando que lojas administradas pelo Estado permanecem sem estoque. A posição dos EUA é manter o auxílio à população, separando-o de políticas energéticas.
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