- Lula afirmou que a prioridade é fortalecer a democracia na Venezuela, e não o retorno de Nicolás Maduro.
- Disse que há condições de a democracia venezuelana ser efetivamente respeitada e o povo participar ativamente.
- Sem defender Maduro, o presidente ressaltou que governos da Venezuela e dos Estados Unidos precisam se entender, citando a relação entre Hugo Chávez e George Bush.
- O mandatário classificou a relação entre Venezuela e Estados Unidos como uma “briga de compadre”, pelo comércio de gasolina entre os dois países.
- Lula afirmou que a América do Sul é zona de paz e que o objetivo é crescer economicamente, fortalecer a democracia e melhorar a vida de milhões de latino-americanos.
Em entrevista ao UOL, o presidente Lula afirmou que a principal preocupação não é o retorno de Nicolás Maduro à Venezuela, e sim fortalecer a democracia no país vizinho. A declaração ressalta o foco em processos democráticos e participação popular.
Lula explicou que há condições para que a democracia venezuelana seja efetivamente respeitada e para que o povo possa participar ativamente da vida política. A ideia é avaliar se há melhora real na qualidade de vida da população.
Sem defender Maduro, o presidente destacou a necessidade de entendimento entre os governos da Venezuela e dos Estados Unidos. Em referência histórica, mencionou que, durante a presidência de Hugo Chávez, foi importante que Chávez e George Bush se entendesssem.
Relação entre Venezuela e EUA
Segundo Lula, a relação entre Venezuela e EUA pode — e deve — caminhar para uma convivência mais estável. Ele lembrou a lógica antiga da venda de gasolina entre os dois países, apontando uma relação de dependência mútua que, segundo ele, merece diálogo.
América do Sul como zona de paz
O presidente também afirmou que a América do Sul é uma zona de paz. Gozando de menor potencial bélico, a região deve concentrar esforços em crescimento econômico, fortalecimento democrático e melhoria das condições de vida para a população latino-americana.
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