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ONU alerta que o Estado Islâmico permanece ameaça persistente e complexa

ONU alerta: Estado Islâmico permanece ameaça persistente e complexa, expandindo-se na África Ocidental e Sahel, com uso de criptomoedas e IA

Estado Islâmico
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  • A ONU alertou que a ameaça do Estado Islâmico aumentou desde meados de 2025 e se tornou mais complexa.
  • O EI e seus grupos associados ganham terreno na África Ocidental e na região do Sahel, enquanto continuam ataques no Iraque e na Síria.
  • No Afeganistão, o Estado Islâmico‑Khorasan continua sendo uma das maiores ameaças da região.
  • Em janeiro, o EI reivindicou o ataque no principal aeroporto do Níger e também um ataque a um restaurante chinês em Cabul.
  • A organização destacou que o EI usa criptomoedas, ferramentas cibernéticas, drones e inteligência artificial, com recrutamento de jovens e crianças.

A ONU informou que a ameaça do Estado Islâmico (EI) permanece persistente e se tornou mais complexa desde meados de 2025. Segundo Alexandre Zouev, do Escritório das Nações Unidas para o Combate ao Terrorismo, o grupo continua a adaptar suas operações para sobreviver.

O EI e seus aliados têm ganhado espaço na África Ocidental e no Sahel, ao mesmo tempo em que mantêm ataques no Iraque e na Síria. A avaliação foi apresentada ao Conselho de Segurança pela ONU e reflete um aumento de capacidades e de alcance regional.

No Afeganistão, o Estado Islâmico‑Khorasan continua classificado como uma das maiores ameaças da região, segundo a mesma autoridade. A organização também tem reivindicado ações fora de áreas de conflito direto, ampliando o uso de recursos digitais e de recrutamento.

Desdobramentos regionais e tecnológicos

Entre as áreas de atuação, a ONU aponta que o EI tem intensificado ataques no Níger, incluindo o principal aeroporto, e reivindicado ações em Cabul. Também há menção à saída de forças curdas na Síria, que gerou instabilidade local.

A organização ressalta que o EI e outros grupos extremistas passaram a explorar ativos virtuais, como criptomoedas, aliadas a ferramentas cibernéticas, drones e inteligência artificial. A IA tem sido usada para radicalização e recrutamento, com foco em jovens.

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