- Pelo menos 216 militantes foram mortos na província paquistanesa de Balochistão.
- A operação de segurança lançada contra eles chegou ao fim.
- A informação foi divulgada pelo Exército do Paquistão na quinta-feira.
- A matéria não detalha desdobramentos adicionais ou motivações específicas da operação.
A defesa paquistanesa informou que pelo menos 216 militantes foram mortos na província de Balochistão, no Paquistão, e que a operação de segurança lançada contra eles chegou ao fim. A declaração foi feita nesta quinta-feira pelas forças armadas.
Segundo o comunicado, a ofensiva abrangia ações contra grupos insurgentes na região, com foco em neutralizar atividades hostis e reduzir a violência. Não houve informações adicionais sobre o custo humano ou danos materiais.
A polícia e o governo regional não divulgaram números detalhados sobre feridos ou detidos, nem sobre tecnologias empregadas durante a operação, que envolveu unidades militares locais. O objetivo, segundo as autoridades, era garantir a estabilidade local.
As informações foram veiculadas pela agência Reuters, com base no anúncio oficial das forças armadas paquistanesas. A divulgação ocorreu dias após ataques em Quetta, capital de Balochistão, registrados no final de janeiro.
A cidade de Quetta permaneceu sob reforço de segurança após os ataques, que elevaram o clima de tensão na região. Autoridades locais disseram que as operações de resposta continuam em alguns bolsões de insurgentes, sem detalhar prazos.
O anúncio não detalha a natureza das ações, nem se houve participação de forças de segurança federais ou regionais além do Exército. A comunicação indicou apenas que a missão foi concluída com sucesso.
Balochistão tem histórico de confrontos entre militantes separatistas e o governo paquistanês. As autoridades reiteraram o compromisso com a manutenção da ordem, sem especificar planos de longo prazo para a região.
Entre na conversa da comunidade