- O primeiro-ministro britânico Keir Starmer pediu desculpas às vítimas de Jeffrey Epstein e reconheceu que errou ao nomear Peter Mandelson como embaixador dos EUA.
- Starmer afirmou que não tinha conhecimento da intensidade do relacionamento entre Mandelson e Epstein no momento da nomeação, em dezembro de 2024.
- Ele já havia dito que divulgaria o aconselhamento de avaliação feito na seleção, mas afirmou que precisa cumprir pedido policial para não divulgar algo que possa atrapalhar investigações.
- Starmer ressaltou que já era publicamente sabido que Mandelson conhecia Epstein, mas não a profundidade da relação.
- O premiê expressou desculpas diretas às vítimas, dizendo estar arrependido pelo que foi feito a elas e pela aceitação das alegações de Mandelson.
Keir Starmer pediu desculpas às vítimas de Jeffrey Epstein e reconheceu o erro de ter nomeado Peter Mandelson como embaixador dos EUA. O pedido de desculpas ocorreu em Londres, nesta quinta-feira, em meio a críticas sobre o relacionamento de Mandelson com Epstein.
Starmer afirma não ter conhecido a força da relação entre Mandelson e Epstein na ocasião da nomeação, em dezembro de 2024. Segundo ele, não recebeu informações detalhadas que dessem conta da profundidade do vínculo.
O premiê também disse que, embora tenha feito público o objetivo de tornar o processo de checagem transparente, é necessário cumprir orientações policiais que visam não prejudicar investigações em curso.
Starmer ressaltou que, embora fosse público que Mandelson conhecia Epstein, não se tinha plena noção da gravidade desse relacionamento. O líder afirmou ainda que lamenta o sofrimento das vítimas e a eventual falha de autoridades e da instituição que o apoiou na nomeação.
Contexto da nomeação e desdobramentos
Durante a entrevista, o premiê reiterou que pretende divulgar o material de checagem utilizado na aprovação de Mandelson, mas ficou formado pela polícia para não divulgar itens que possam atrapalhar investigações. A imprensa acompanha o desdobramento político e as consequências para a gestão de Starmer.
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