- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ter mantido o direito de “garantir militarmente” a base aérea conjunta dos EUA e do Reino Unido no arquipélago de Chagos, após conversas com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.
- Trump afirmou, em post no Truth Social, que entende que o acordo de Starmer pode ter sido o melhor possível, segundo relatos.
- O ex-presidente já havia criticado o acordo, classificando-o como demonstração de “fraqueza total” e “grande estupidez”.
- Trump ressaltou que, se o acordo de locação no futuro falhar ou se houver ameaça às operações americanas na base, mantém o direito de assegurar e reforçar a presença dos EUA em Diego Garcia.
- O gabinete do primeiro-ministro britânico não comentou de imediato.
Em 5 de fevereiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou manter o direito de assegurar militarmente a base aérea conjunta dos EUA e do Reino Unido no Arquipélago de Chagos, após conversas com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, consideradas produtivas.
Trump mencionou que o acordo de soberania assinado por Starmer em 2025, amplamente visto como o melhor possível na ocasião, continua em foco para avaliação futura. O conteúdo específico do acordo não foi detalhado.
Caso o contrato de locação futura fracasse ou haja ameaça às operações, o presidente afirma manter o direito de reforçar militarmente a presença americana em Diego Garcia, base estratégica da região.
O gabinete do Primeiro-Ministro britânico não respondeu de imediato a pedidos de comentário. A base de Diego Garcia funciona como instalação conjunta com participação norte-americana para operações na região.
A informação foi reportada pela Reuters, com detalhes fornecidos por fontes próximas aos fatos.
Entre na conversa da comunidade