- Trump disse que Renee Good e Alex Pretti não eram “anjos”, mas que ninguém está mais triste com os tiroteios do que agentes da ICE, e reiterou apoio às autoridades.
- Ele sinalizou um toque mais suave na abordagem de sua ofensiva de imigração.
- O comitê de fronteiras informou que 700 agentes federais deixarão Minnesota; o líder da minoria no Senado criticou e pediu a retirada de toda a ICE de Minneapolis.
- Novas negociações entre Moscou e Kiev, mediadas pelos Estados Unidos, ocorrem em Abu Dhabi, em meio a ataques russos à rede elétrica ucraniana.
- O governo dos EUA busca criar um bloco de comércio de minerais críticos com aliados para reduzir a dependência da China, com uso de tarifas para garantir suprimentos.
Donald Trump afirmou, em entrevista à NBC News, que as mortes de Renee Good e Alex Preti em Minneapolis foram tristes e “não deveriam ter acontecido”. O ex-presidente disse que ninguém se sente pior do que os agentes do ICE, mesmo classificando os dois como pessoas que não eram anjos.
Ele ressaltou o apoio às forças de segurança, afirmando que é necessário manter o respaldo às autoridades. Também sinalizou uma abordagem mais “suave” na linha dura de imigração defendida pelo governo.
Novo endurecimento e críticas
Tom Homan, Czar da fronteira da Casa Branca, informou que 700 agentes federais deixarão Minnesota, segundo fontes citadas na entrevista. A declaração gerou críticas de figura oposicionista, que afirmou que a redução é insuficiente e que a presença de agentes já é percebida como operando de forma militarizada.
Outros desdobramentos internacionais e domésticos
Em Abu Dhabi, negociações mediadas pelos EUA entre representantes de Moscou e Kiev seguem, em meio a ataques russos à rede elétrica da Ucrânia. O governo americano aponta esforços para criar um bloco de comércio de minerais críticos com aliados, visando reduzir a dependência de a China.
Contextos e controvérsias
No Reino Unido, o primeiro-ministro Keir Starmer pediu desculpas pela nomeação de Peter Mandelson como embaixador nos EUA, alegando ter sido induzido por informações falsas. Documentos do Departamento de Justiça dos EUA sobre casos envolvendo Epstein estão sob escrutínio, com críticas à forma de divulgação de vítimas e à proteção de possíveis cúmplices.
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