- EUA acusam a China de realizar testes nucleares e de ampliar seu arsenal, um dia após a expiração do New START.
- O New START era o último acordo entre EUA e Rússia para limitar armas estratégicas, e a China não participava dele.
- O subsecretário dos EUA para controle de armas, Thomas DiNanno, afirmou que o arsenal chinês é “sem limites” e sem transparência.
- O presidente Donald Trump afirmou, em rede social, que deseja um tratado novo, melhorado e modernizado que inclua a China.
- O Kremlin informou que delegações dos EUA e da Rússia conversaram em Abu Dhabi sobre a prorrogação do tratado e devem adotar posturas responsáveis.
Os EUA acusaram a China de realizar testes nucleares e de ampliar seu arsenal, em declaração feita durante uma conferência na sede da ONU. A afirmação ocorreu na sexta-feira, um dia após a expiração do tratado New START, que restringia armas estratégicas entre EUA e Rússia, não abrangendo Pequim.
O subsecretário dos EUA para controle de armas destacou que a China trabalha com expansão sem limites ou transparência, sem mecanismos de verificação. O governo dos EUA mostrou interesse em um acordo mais amplo que inclua também a China, além de Rússia e EUA.
O presidente Donald Trump indicou por meio das redes sociais que prefere um tratado novo, melhorado e modernizado, que substitua o New START. Ele afirma querer que especialistas nucleares avancem em propostas que envolvam a China, embora tenha dito que concorda com as limitações do acordo existente.
Contexto internacional
O Kremlin confirmou que delegações dos EUA e da Russia realizaram consultas em Abu Dhabi sobre a prorrogação do tratado. As autoridades russas disseram que as potências devem adotar posturas responsáveis nesse sentido.
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