- Ucrânia enfrenta apagão generalizado após ataques russos à infraestrutura energética; temperatura cai a quase menos vinte graus Celsius e o governo decretou corte de energia emergencial em todo o país.
- Segundo o ministro da Energia, Denys Shmyhal, o ataque atingiu geração, transmissão e distribuição de energia; mais de quatrocentos drones e cerca de quarenta mísseis foram usados, com foco em redes, usinas e subestações.
- A Ukrenergo informou que os cortes emergenciais devem ser suspensos assim que a situação no sistema elétrico se estabilizar; reparos devem começar quando for seguro.
- Zelenski indicou danos em várias regiões, incluindo Volyn, Ivano-Frankivsk, Lviv e Rivne; alvo do ataque foram duas subestações, duas linhas de transmissão e duas usinas de geração, Dobrotvir e Burshtyn, no oeste.
- Zelenski disse que os Estados Unidos querem encerrar a guerra até junho e propuseram encontros entre as equipes ucraniana e russa nos Estados Unidos, possivelmente em Miami; Kiev não aceitará acordos que prejudiquem sua soberania e não houve avanço sobre Zaporíjia.
O governo ucraniano decretou cortes de energia emergenciais em todo o país após ataques russos que visaram a infraestrutura de energia. O frio extremo, com temperaturas próximas a -20 °C, agrava a crise.
Autoridades destacaram que o ataque está em curso, com danos à rede elétrica, usinas e subestações. Trabalhadores devem iniciar reparos assim que a segurança permitir.
Zelenski informou danos em várias regiões, incluindo Volínia, Ivano-Frankivsk, Lviv e Rivne. A Ukrenergo confirmou cortes generalizados até a normalização do sistema elétrico.
Danos e áreas atingidas
Segundo o ministério da Energia, as ações miraram duas subestações e linhas que constituem a espinha dorsal da rede, além de duas usinas de geração no oeste do país, Dobrotvir e Burshtin.
As regiões afetadas ficam na fronteira com a Polônia e a Romênia, complicando o abastecimento de dezenas de milhares de pessoas sem energia e aquecimento.
Diálogo internacional
Zelenski disse que os EUA buscam encerrar o conflito até junho e propuseram negociações nos EUA, possivelmente em Miami, na próxima semana. Washington sinaliza a ideia de reunião entre as equipes ucraniana e russa.
O presidente ucraniano afirmou que Kiev não aceitará acordos que comprometam sua soberania ou imponham concessões desproporcionais. Também destacou o impasse sobre a instalação nuclear de Zaporíjia.
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